Friday, November 27, 2009

SE ASSIM É... DEVE SER PARA O CORTE DE DESPESAS!

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Serviço pouco europeu externo

A embaixada de Portugal no Paquistão deverá provavelmente fechar.

Thursday, November 26, 2009

VERDADES NUAS E CRUAS

DISPENSAs & PRIVILÉGIOs Os sete parasitas


A impunidade é a carraça da indiferença calculada, a pulga da adulação, a ténia do oportunismo, a sarna da prepotência, o percevejo da mordomia, a lombriga da subserviência e o piolho da corrupção.
- Manuel CCXCI Paleólogo©

NOTAS VERBAIS - NOTADORES FICAM A PENAR

NOTADORES@ Ficam a penar

@ Do conselheiro de embaixada Francelino Direito:


Para quando o fim das perseguições e ameaças aos diplomatas (os restantes funcionários têm pelo menos um Sindicato forte capaz de os defender, ao passo que a ASDP é um perfeito verbo de encher, com gente amedrontada, incapaz de enfrentar o Poder Corporativo e o Poder Político e, nesse sentido, nunca tendo coragem para enfrentar aqueles 2 Poderes institucionais) sempre que interpõe um Recurso de uma decisão superior que o prejudique, ou coloca o MNE em Tribunal (leia-se STA), como por exemplo quando se verificam irregularidades e injusiças nas promoções. Esses funcionários diplomaticos não são promovidos, não são colocados em Posto, não se lhes dá lugares de destaque na S.E. , etc, etc. Ficam a "penar" em lume brando, indefinidamente. Quando será que o "Corporativismo" do MNE percebe que este País já é, desde e há vários anos, um Estado de Direito?" E que diz o Ministro?

Francelino Direito, cons-emb (Notas Verbais)
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À MARGEM: Infelizmente é isto que a casa gasta!
Não são só os "mangas de alpaca" que estão sujeitos a perseguições, humilhações e até de "terrores" se for necessário, a mesma sorte têm os diplomatas de carreira.
Conheci gente competente que não se livrou de perseguições.
Assisti a isso...
E muito em voga: "não diga que foi eu que disse..." Enquanto a diplomacia portuguesa continuar a manter-se como está e um ministro de "pelo na venta" não colocar a casa em ordem, vamos continuar a ter um outro Estado dentro de Portugal.
José Martins

Wednesday, November 25, 2009

VELHAS AMIZADES QUE PERDURAM...!!!

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Grande novidade, esta do ás na manga


Mas que grande novidade depois que a coisa saíu da lista negra e do que por aí se diz como é que a coisa saíu:

    O ex-ministro dos negócios estrangeiros do executivo de Durão Barroso será o às na manga da TAAG para tentar restaurar a reputação da companhia junto das instituições europeias. A notícia avançada pelo semanário Sol explica que Martins da Cruz ofereceu os seus privilegiados serviços de consultadoria ao próprio José Eduardo dos Santos. Desta forma, a TAAG terá acesso directo ao presidente da Comissão Europeia, assim como toda uma lista de contactos do ex-ministro dos negócios estrangeiros, o que poderá ser essencial para a sobrevivência da companhia que não se pode ver privada dos mercados europeus.
In Notas Verbais

Tuesday, November 24, 2009

O POUCO RESPEITO POR QUEM MERECE MUITO

Sua Alteza Real a Princesa Maha Chakri Sirindhorn

Sua Alteza Real a Princesa Maha Chakri Sirindhorn da Tailândia, foi nomeada Embaixadora da Boa Vontade da UNESCO para o Desenvolvimento das Minoria das Crianças e a preservação do seu Patrimônio Cultural e Material em 24 de Março. Sua Alteza Real, foi nomeada em reconhecimento do seu "oustanding compromisso com a educação e para o bem-estar das crianças em áreas remotas."

Princesa Maha Chakri Sirindhorn com um doutoramento em Educação para o Desenvolvimento da Srinakharinwirot University, trabalhou em projetos de desenvolvimento em saúde e higiene, educação, desenvolvimento de recursos hídricos, a agricultura ea indústria artesanal.

Uma estudiosa de Pali, Sânscrito, Camboja e vários outros idiomas, e uma praticante talentoso de instrumentos musicais tradicionais tailandeses, Sua Alteza Real é actualmente a Directora do Departamento de História da Chulachomklao Royal Military Academy. Ela também dirige várias organizações filantrópicas e fundações de promoção da cultura tailandesa e do ensino superior, protegendo o meio ambiente, e apoiar veteranos deficientes. A princesa Maha Chakri Sirindhorn Foundation, criada em 1979, apoia os alunos carentes em escolas, escolas profissionais e universidades.


  • Tradução do inglês para o português: Google
  • Her Royal Highness Princess Maha Chakri Sirindhorn

    À MARGEM: Deveria haver mais um pouco de respeito pela Princesa Maha Chakri e não aquele do autor do blogue http://frombangkok.blogspot.com que lhe colocou uma fotografia, no topo do seu blogue, além da pouca decência da imagem coloca o nome de Sua Alteza Real em cima de sua face. Por razões de pudor não inserimos aqui a foto.

    José Martins

    Monday, November 23, 2009

    CONTINUA A DOER-ME A ALMA E A FERIR-ME O CORAÇÃO

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    Será a sharia? E onde nem sharia há?


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    AINDA O STCDE O sindicato dos trabalhadores consulares e das missões diplomáticas encara "com preocupação a previsível insistência do Governo em remeter o regime laboral dos trabalhadores dos quadros dos serviços externos do MNE para as leis locais, que em muitos países nem o MNE conhece…" Pergunta o sindicato: "E quais leis locais? As do sector público ou privado?… e, nos países islâmicos, será a sharia?"
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    Alerta o sindicato que uma remissão para a lei local foi já inserida num diploma publicado em 28 de Julho (DL 165-B/2009) referente aos trabalhadores dos Centros Culturais portugueses dependentes do Instituto Camões, diploma esse que foi já chamado a ratificação pela AR e é previsível que aí venha a ser alterado.

    Sunday, November 22, 2009

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    OS DIPLOMATAS PORTUGUESES QUE DESCANSEM... OS INGLESES VÃO TRABALHAR POR ELES!!!

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    "Algo semelhante fez Gordon Brown, para oferta de Tony Blair para a presidência do Conselho Europeu. Apesar de não ter qualquer apoio, segurou-a até o último minuto, em seguida, recuperar uma compensação pela sua flexibilidade para se retirar. Assim, por não significar algo que foi decidido de antemão que o cargo de Alto Representante seria para Londres, foi gravado na pedra.
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    Assim, por magia, ao invés de escolher de uma lista completa dos nomes de todos os Estados-Membros, Brown começou o processo de nomeação ser reduzido a um debate sobre três candidatos propostos por ele britânicos (incluindo o finalmente nomeado Catherine Ashton). E seus colegas do Conselho, se levantou da mesa tão feliz porque tudo correu muito mais rápido do que o esperado! Golo de Londres."
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    Fonte "El País"

    A BOMBA DO DIA! (CLIQUE A SEGUIR E REGALE-SE...!!!)

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    Lugdero Marques propõe criar 250 mil empregos para construir habitação

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    • (Público 23.11.09)
    • P.S. De sobra conhecidas as bombásticas declarações de Lugdero Marques. Foi ele o inventor, mais o embaixador Martins da Cruz, da Diplomacia Económica que viria a ser um grande buraco!
    • José Martins

    O RIO KWAI CONTINUA LINDO!

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    Mais uma vez no Rio Kwai e no “Jolly Frog” (Júlia Rã).
    Sei lá as vezes que por cá me quedei desde 17 de Janeiro de 2008. Perdi-lhe o conto.
    Sou conservador e quando um lugar me agrada volto sempre.
    O tempo por cá está fresco e uma maravilha que até me permite dormir o sono dos anjos sem arcondicionado.
    Nestes próximos dias vai haver,por cá,festa rija.
    Pouco ainda sei dela.
    Vou esta manhã saber.
    No entanto numa larga área (uma meia dúzia de quilómetros quadrados) dezenas de operários montam barracas e pavilhões para a inauguração dos grandes festejos.
    Vou dar conta em pormenor.
    A magia do Rio Kwai continua dentro de mim.
    José Martins

    Friday, November 20, 2009

    INSTITUTO CAMÕES - NUNCA CAMINHOU EM CAMINHO DIREITO

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    Presidência do Camões. Mais um dia ou dois, ei-la
    O novo presidente do Instituto Camões deve ser anunciado dentro de pouco tempo, um dia ou dois. Termina assim um filme político interessante: em Abril passado, Luís Amado garantia que o sucessor de Simonetta Luz Afonso seria anunciado em Maio, não foi – Simonetta aposentou-se, despediu-se e homenageou-se mas continuou em funções. E já em Novembro de 2008, Luís Amado também tinha anunciado que em Dezembro haveria nova presidência para o organismo, embora então João Cravinho estendesse o prazo para “Janeiro mais tardar"…
    Mas parece que desta é de vez. E tem que ser.
    Telegrama de Sexta-feira, Novembro 20, 2009 (Notas Verbais)
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    À MARGEM: - Não estejam por aí, mais uma vez, acusarem-me de ser a minha visão negativa.
    O Instituto Camões, nasceu, aleijado das pernas e nunca as teve para caminhar direito.
    Bem o que aconteceu é que o Instituto de Camões teve o fado "triste" de ficar sob a tutela da diplomacia portuguesa, instalada no Palácio das Necessidades, o que nos diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros, quando deveria ser tutelada, conjuntamente, por dois: o Ministério da Cultura e da Educação.
    Os diplomatas, claro como a água, representantes de Portugal no estrangeiro, deveriam, apenas fazer figura de corpo presente, "botar" discurso de quando a inauguração de um evento cultural ou do ensino de Língua Portuguesa.
    A diplomacia portuguesa, ainda nos dias de hoje é guiada pelo sistema arcaico e feudal é uma jarra de flores de mau cheiro.
    Orienta-se pelas vaidades do estatuto, como que Portugal ainda fosse um império de outros tempos.
    A língua de Camões e a sua identidade de raízes, no mundo, vai se diluindo e não tarda que se quede um dialecto, porque sua pronúncia natural nos países que Portugal administrou, por séculos, foi-se.
    Entretanto a língua lusa, evidentemente, que vai continuar a existir, mas em vez de portuguesa tomar-lhe-á o nome de brasileira.
    José Martins
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    P.S. - Não coloco todos os diplomatas no mesmo ramo de flores mal cheirosas, porque há gente, na diplomacia, muito competente, só que um inicia obra, o senhor que o segue ou não lhe dá continuação ou a destroi.

    AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE - 20.11.09

    Thursday, November 19, 2009

    BANGUECOQUE: INCÊNDIO NA SIAM SOCIETY - SALVOU-SE O ESPÓLIO HISTÓRICO

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    S.A. a Princesa Maha Chakri, imagem de capa de revista no ano de 1991
    Hoje pela manhã o jornal "The Nation", trouxe-me uma triste notícia, reportando um incêndio na "Siam Society" e onde existe o mais importante espólio histórico da Tailândia e da Ásia.
    Felizmente o fogo não atingiu a biblioteca e salvou-se a história. A prestigiosa instituição de cultura foi fundada em 1904. Conta actualmente com 105 anos. .
    Sou sócio há 21 anos com o número de 1842.
    Por amor à história e à "Siam Society", todo o meu espólio, reunido ao longo de 24 anos, onde se contam uns milhares de livros, outros documentos, antigos e o arquivo fotográfico, de cerca de 30 mil imagens será doado a esta instituição de cultura.
    José Martins
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    A notícia do jornal "The Nation"
    Incêndio destrói prédio Siam Society
    Um edifício no interior da sociedade de Sião foi destruída por um incêndio ontem de manhã cedo, disse a polícia.
    Felizmente, o incêndio foi apagado antes que se espalhasse para a biblioteca com livros antigos desde o reinado do rei Rama V.
    Cerca de dez bombeiros levou 20 minutos para apagar o fogo depois de se ter propagado pelas 4h30, da manhã. Entretanto o fogo já havia consumido todo o edifício.
    O prédio foi usado como uma loja de venda de souvenirs.
    Jaroon Sinthep, 55, um oficial de segurança, disse que ouviu um barulho de curto-circuito antes que o incêndio ter começado

    The Nation

    Wednesday, November 18, 2009

    CITAÇÃO DO DIA

    DISPENSAs & PRIVILÉGIOs O pior dos fracassos nacionais

    O pior é que Frei Tomás
    já nem prega nem faz!

    - Manuel CCLXXXIII Paleólogo©
    (Notas Verbais)

    Tuesday, November 17, 2009

    DISPENSAs & PRIVILÉGIOs Protocolo de ladrões (Notas Verbais)

    Atenção a esta de protocolo! Um bom ladrão apenas deve deixar-se crucificar ao lado de Cristo e mesmo assim só depois de ter a certeza que o outro mau ladrão não roubou o lugar deste.
    - Manuel CCLXXXII Paleólogo©
    Nota deste blogue:
    "E uma boa ladra é crucificada ao lado de quem?"

    DE REALCE

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    UMA DE CINCO ESTRELAS

    DISPENSAs & PRIVILÉGIOs Nem vale a pena olhar

    O quê? Gelo, água na Lua, e logo na face oculta? Essa patifaria só pode ser obra de português…
    - Manuel CCLXXXI Paleólogo©

    Monday, November 16, 2009

    AS "NOTAS VERBAIS" DERAM CONTA....

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    Onde o Paleólogo chega! Leiam isto e concluam.
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    P.S. Citação: Perdoar sim. Esquecer a hipocresia e o cinismo NUNCA!

    SUCATAS DIPLOMÁTICAS E SEUS AFINS

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    DISPENSAs & PRIVILÉGIOs Sucatas diplomáticas
    A montanha de sucatas com as fórmulas do velho MNE, foi vendida a quem? E a que preço? Houve transparência na venda a peso daquelas toneladas de VEXAS e altos méritos, toneladas de SEXAS e dignos discernimentos, e toneladas de MEXAS e justos aproveitamentos?
    - Manuel CCLXXX Paleólogo©
    Telegrama de Segunda-feira, Novembro 16, 2009
    Etiquetas: Paleólogo
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    A peça a cima foi retirada das Notas Verbais publicada, hoje, 16 de Novembro de 2009.
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    Na realidade não sei a que sucatas se refere o Carlos Albino, mas vem me à memória a quantidade de sucatas que existiu na Embaixada de Portugal em Banguecoque no tempo que exerci ali a minha actividade como servidor do Estado Português.
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    Sucata que poderia ter sido aproveitada, para um pequeno museu (há espaço de sobra) e desapareceu num ápice.
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    O primeiro desaparecimento (que dei conta) de boa sucata, foi de quando o Embaixador Castello-Branco na década de noventa, mandou retirar as tabuinhas, de madeira de teca, que formavam as cornijas à volta da “Nobre Casa” e mandou fazer aparadores, envidraçados, que seguiriam no contentor para Lisboa, quando deixou de exerceu funções.
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    Em substituição das tabuínas centenárias foram, colocadas em seu lugar, chapas de amianto que creio que ainda hoje por lá estão.
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    Depois outra sucata foi desaparecendo no correr do tempo que por lá andei.
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    A sucata mais valiosa foram uns milhares largos de telhas que cobriam a “Nobre Casa”, substituídas (atrevidamente) pelo contabilista (!!!) de nome Alípio Monteiro (ainda anda pela embaixada sob a generosidade do Embaixador Faria e Maya), por umas de reles qualidade, durante o interregno da partida do Embaixador Tadeu Soares e a chegada do Embaixador Lima Pimente, nos finais do ano de 2002.
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    O assunto é ainda muito fresco e seria bom que fosse apurado, quem foi que autorizou a colocação de telhas (que destoaram a estética do histórico edifício) e o documento que prove a entrada do montante da venda do material retirado, ou noutro caso, onde se localiza a “lixeira” para onde foram atiradas, as telhas, de porcelana.
    José Martins

    Friday, November 13, 2009

    FABRICAM-SE HEROIS CONFORME AS CONVENIÊNCIAS

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    Não apaguem a verdadeira Memória
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    -Acabo de visitar uma Livraria, a fim de comprar um livro para um dos meus filhos..., e como é meu hábito, espreito o que há de novo, mesmo que o assunto seja velho ou que a obra não passe de mais uma acção de branqueamento dos nossos "amantes das amplas liberdades".
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    -Desta feita, fui atraído, em especial por três conjuntos: "Em nome da Pátria", "Os últimos anos do comunismo" e umas três publicações sobre um dos mitos deste regime: A. Sousa Mendes.
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    -Quanto ao primeiro, "Em nome da Pátria", do Sr. Tenente-coronel Brandão Ferreira, é mais uma boa Obra a preencher um espaço importante e que é preciso não esquecer..., para que os mais novos saibam de voz sincera como tudo se passou na Guerra do Ultramar, contra o avanço do terrorismo de estado em terras africanas (socialista russo e americano). Tenciono oferecer alguns exemplares peloNatal!
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    -Quanto ao segundo, é mais um vivo testemunho dos horrores e de permanente ambiente de tortura que se vivia nas "pátrias do socialismo". Um dos casos que li, casualmente, foi o de uma rapariga que em adolescente, esteve presa durante vários anos..., porque tinha desenhado um lacinho numa foto do pai dos socialistas, José Estaline! -Socialismo é assim mesmo!
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    -Quanto ao terceiro tema, o citado do ex-consul português em Bordéus, tem sido bem explorado mais como instrumento contra o Estado Novo do que como mitico herói da fuga de judeus para Portugal.
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    A este propósito, o jornal "O Diabo", publicou na sua edição de 3 de Abril de 2007, um interessante artigo da autoria do Sr. Embaixador Carlos Augusto Fernandes, do qual vale a pena salientar algumas partes:
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    -S. Mendes acumulou numerosos processos disciplinares desde o longíquo ano de 1917, na I república, até 1940. A
    embaixada britânica denunciou, na época, que S. Mendes cobrava dinheiro pela emissão de vistos e passaportes...
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    - Desapareceram misteriorsamente dos arquivos do Min. dos Neg. Estrangeiros várias peças dos processos que incriminavam S. Mendes.
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    -Salazar mostrou-se benevolente com A. S. Mendes em muitas alturas nomeadamente quando contrariando o Conselho Disciplinar do MNE, que propôs a descida de categoria do consul, apenas lhe aplicou a pena de inactividade por um ano, com o vencimento de categoria reduzido a metade, e ser aposentado com direito à totalidade do salário correspondente à sua categoria (1.595$30) Ora o regime não tinha culpa que tivesse 14 filhos, mulher, amante e filha da amante....
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    Em contrapartida, os democratas, do 25 do A, retiraram as regalias ao Almirante Américo Thomás e a sua paten!
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    Por estas actos, se vê quem é quem!
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    Bom fim-de-semana. M. Lima
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    Nota deste blogue: Embaixador Carlos Augusto Fernandes, nasceu a 11 de Outubro de 1922, em Figueira de Castelo Rodrigo. Iniciou a carreira diplomática de 1947 a 1987, servindo a diplomacia portuguesa durante 40 anos.

    PROCURAMOS SERVI-LOS NO NOSSO MELHOR

    Leia a imprensa,portuguesa, diária. Clique em baixo

    UM NOSSO NOVO SERVIÇO-NOTÍCIAS DE BORLA

    Thursday, November 12, 2009

    CUNHAS E CUNHADOS UMA NECESSIDADE

    13 Novembro 2009

    Dispensas e PRIVILEGIOS Ônus da prova

    Cunhas para mim e para os meus, são por mérito e excelência; para ti e para os teus, São tráficos de influência ...
    - Manuel CCLXXVII Paleologo©

    TIMOR - MEMÓRIAS DOS TEMPOS IDOS QUE O CORRER DO TEMPO NÃO APAGA...

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    Uma tarde, no mês de Novembro de 1991, entrou pela porta da chancelaria da Embaixada de Portugal, em Banguecoque, um jovem de grande estatura, dirigiu-se a mim e solicitou-me pretender falar com o Embaixador. Era nem mais nem menos o jornalista Mas Stahl que tinha filmado o “Massacre do Cemitério de Santa Cruz”, em Díli (Timor) no dia 12.
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    O jornalista vinha pedir ao Embaixador Castello-Branco para que com o remetente, da embaixada, fosse enviada a uma peça dirigida ao Miguel Sousa Tavares, para ser publicada na revista “Grande Reportagem”. Max Stahl bem razões tinha de pedir a ajuda, dado que suspeitava ser perseguido pela polícia secreta indonésia.
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    O jornalista, logo após o “massacre” fez sair de Timor a cassete com o filme (missão que lhe poderia custar a morte), que viria a dar a conhecer ao mundo, democrático, as mais terríveis cenas. Depois de dada autorização pelo Embaixador Castello-Branco, preparei todo o material que meti num envelope, telefonei à empresa do correio rápido para que mandasse um tarefeiro à embaixada recolhe-lo.
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    Como correspondente, em Banguecoque, da “Tribuna de Macau” tinha todo o interesse que me concedesse uma entrevista e assim dar a conhecer à população portuguesa, residente em Macau, o que na realidade tinha acontecido no dia 12 de Novembro, em Dili, o que viria a sensibilizá-la e, não só, o Governador Rocha Vieira a suportar a causa até à independência.
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    Não me foi fácil obter a entrevista ao Max Stahl, isto porque tinha o compromisso com a revista “Grande Reportagem” e não o desejava quebrar. Porém depois da minha promessa informando-o que a sua entrevista só seria publicada depois de ter saído em Lisboa. Entretanto a notícia sairia no mesmo dia (7 de Dezembro de 1991) na “Tribuna de Macau” e na “Grande Reportagem”, com a diferença de tempo em 8 horas.
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    O arrojado jornalista, seguia, praticamente, escondido e hospedado no hotel “Tower Inn” (Silom Road). Depois do assunto do envelope arrumado, levei-o para minha casa onde jantou comigo.
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    Em seguida coloquei-lhe um gravador à sua frente, cuja cassete com fotografias enviei no dia seguinte para Macau. Não vou aqui transcrever a entrevista na totalidade, mas apenas o editorial do director da “Tribuna de Macau” José Rocha Dinis.
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    “Max Stahl, entrevistado em Banguecoque pela «Tribuna»
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    De repente, os portugueses esqueceram partidos, diferenºas sociais e zangas familiares, e ficaram boquiabertos pela crueldade das imagens que, vindas do outro lado do mundo, passaram nos televisores de suas casas; o próprio Presidente Mário Soares não teve vergonha de confessar a sua emoção de ver aquelas cenas de jovens timorenses a rezarem em português, antes de serem brutalmente atacados pelos soldados da Indonésia.
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    Por detrás de uma moderna câmara de vídeo, um homem de pouco mais de trinta anos, britânico de nacionalidade, mas muito agarrado à cultura latina que conheceu e amou, na fase da infância e adolescência – Max Stahl.
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    Max Stahl, um nome até agora quase nada referido, apesar de as suas imagens terem corrido mundo. Afinal, enquanto outros jornalistas/testemunhas apenas tinham as escoriações para mostrarem que também tinham sido atacados pelos soldados indonésios.
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    Max tinha duas cassetes com imagens, que são o testemunho real da crueldade das forças que desde há 16 anos ocupam, com a cumplicidade internacional, a que outrora foi a mais longínqua colónia portuguesa.
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    Detido e interrogado durante nove horas, o jornalista britânico da “Yorkshire Television”, foi um profissional. “Fintou” as forças de ocupação de Timor, incluindo, os “bufos” que, segundo o seu próprio relato, se encontram por todo o lado, e só emergiu depois das suas imagens estarem a bom recato e serem divulgadas em todo o mundo.
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    Em Banguecoque, onde esteve de passagem, concedeu uma longa entrevista ao nosso correspondente José Martins, onde faz o relato dramático da situação que se tem vivido em Timor, desde o incidente de Motael, onde foi assassinado o jovem Sebastião Rangel, causa próxima do massacre no cemitério de Santa Cruz.
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    Para o gravador, falou em espanhol, proporcionando-nos, não um artigo trabalhado, reflectido, mas um documento emocionado por aquilo que viu, contudo, sem perder de vista, as componentes políticas locais, regionais e internacionais, de que Timor é uma “peça” até agora considerada menor, em termos das grandes estratégias.
    É um documento excepcional, e por várias razões.
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    Já em Setembro, Max Stahl estivera em Timor e tomara contacto com a situação de repressão em que se encontra o Povo Maubere. Voltou em Novembro, esteve nas montanhas com as reduzidas forças da Resistência Armada, e conheceu os jovens que estiveram envolvidos em Motael e Santa Cruz, alguns dos quais foram agora assassinados pelas balas indonésias.
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    Profundo conhecedor da cena política internacional, não tem dúvidas em assinalar a imensa hipocresia dos países mais poderosos, nomeadamente a Austrália, no seu relacionamento com a Indonésia.
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    Mas é também um documento excepcional, porque este jornalista britânico que acaba de publicar uma reportagem no “The Independent” de Londres, e hoje mesmo verá o seu relato publicado em Lisboa, pela revista “Grande Reportagem”, dirigida por Miguel Sousa Tavares, teve a amabilidade de conceder esta entrevista, em exclusivo, para a “Tribuna de Macau”, um jornal português de Macau de que apreciou alguns números.
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    Não será a última vez, por certo, que vamos ouvir falar de Max Stahl.
    As fotos e “slides” vendidas pela “Yorkshire” à “Grande Reportagem” ( que o nosso correspondente viu demoradamente) vão ter tanto impacto em Portugal, como as imagens que passaram em Portugal.
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    Daí José Martins faça a sugestão, que integralmente apoiamos, de que o Governo Português lhe prestaria justiça, agradecendo-lhe, de qualquer forma, a coragem e determinação com que contribuiu para que a situação do Povo de Timor, tivesse finalmente chegado à cena política internacional.
    Comprovando que, na verdade, muitas vezes, uma imagem vale mais que mil palavras... J.R.D.
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    P.S. - Nunca mais deixei de seguir o caso de Timor até à sua independência e coleccionando, recortes de jornais do publicado, fotografias do que se foi passando em Banguecoque.
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    Na minha biblioteca, particular, estão 5 grossos volumes, fruto de um trabalho e dedicação à causa, que oferecerei ao Governo de Timor Leste, em altura própria. São documentos históricas que servirão, para estudo, das novas gerações.
    José Martins

    Wednesday, November 11, 2009

    MEMÓRIAS DE TEMPOS IDOS QUE O TEMPO NÃO CONSEGUE APAGAR

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    Nunca servir homens mas Portugal no meu melhor! Eles vieram, partiram e esquecidos...Ninguém mais fala neles...!!!
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    Portugal esteve representado no passado dia 11 Outubro no torneio de golfe, ”BMW Golf Cup International” organizado pela filial, em Banguecoque, da conhecida marca de automóveis, alemã, BMW com a participação de sessenta golfistas, de nacionalidade tailandesa.
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    O evento teve lugar a 200 quilómetros, ao oeste, da capital da Tailândia no “Imperial Lake View Hotel & Golf Club”, a uma dezena de quilómetros das e stâncias balneares de Cha Am e Hua Hin.
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    Portugal não estava presente com nacionais praticantes da modalidade mas patrocinou, em parte, a festa final do torneio; a entrega dos prémios aos vencedores, com decoração de amostra das belezas de Portugal; larga quantidade de vinho ( incluindo o mundialmente famoso Matéus Rosé); um Porto de Honra da casa Burmester, sardinhas com o finissimo azeite, extra, dos olivais do Alentejo.
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    O torneio foi realizado sob o desígnio de que os os três primeiros vencedores, tailandeses, do torneio da “BMW (Thailand) Co. Ltd” irão participar de 3 a 8 de Novembro no “Caesar Park Penha Longa Golf Club” nos arredores de Lisboa, na “Grande Final da BMW “ e onde será coroado o vencedor, internacional, do ano 2003. Foi este o motivo para a concessão do patrocínio português.
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    O Embaixador de Portugal João de Lima Pimentel, a chefiar a Missão Diplomática Portuguesa, em Banguecoque, esteve presente enquanto convidado de honra do Presidende da BMW da Tailândia, Dr. Frank Roesler.
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    A festa final do torneio incluiu um “cocktail”, para cerca de uma centenas de pessoas. Como cenário de fundo, para o beberete, foi escolhido um espaço com coqueiros e outras árvores exóticas, circundando a monumental piscina e, mais para além, o relvado do magnífico campo de golfe, abraçado por altas e onduladas cordilheiras que circundam todo o espaço desportivo e de lazer.
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    Entre este maravilhoso cenário, tropical, destacavam se as cores dos trajes minhotos vestidos por quatro jovens tailandesas que bem se conjugam, como no verde Minho, com o espaço coberto de relva, verdinha e viçosa.
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    Pelas 7:30 da tarde deu-se o início ao jantar, numa sala totalmente decorada com motivos portugueses, com as jovens vestidas à minhota à porta a transmitir as boas vindas aos convidados e aperitivos portugueses. No interior, estavam pendurados nas paredes laterais “posters” alusivos a Portugal, bandeirinhas das quinas e toalhas dobradas alternadamente ao comprido das mesas de cores verde e vermelha.
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    Depois dos convidados estarem sentados às mesas e, antes do repasto, falou Julia Esterer, vice-directora do “marketing” da BMW na Tailândia que saudou e deu as boas vindas a todos os presentes e convidou, em seguida, o Embaixador Lima Pimentel para que usasse da palavra.



    Lima Pimentel num improviso, depois dos cumprimentos de saudação aos presentes e as felicitações aos vencedores do torneio, referiu-se aos campos de golfe de Portugal e conhecidos como os melhores da Europa e os preferidos pelos grandes campeões mundiais e entusiastas deste desporto de elite. Enalteceu a gastronomia e o vinho portugueses. Recordou o mar da costa Atlântica e os monumentos que definem Portugal como um país de descobridores, de que viria a transformar o mundo e a unir os povos dos cinco continentes.
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    O Embaixador Lima Pimentel fez a entrega dos prémios aos vencedores: Torpong Pongsivapai e Yukol Yigyong Yigyongij (classe Flight A; Plakorn Wanglee, Somchai Ngampimol e Wichai Thanatchasai (classe Flight B) e na classe de senhoras (Flight C) Sawangwong Sattabusya,Ekdarun Srisanit, Weechadchada Yongsuvankun.

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    Terminou com um brinde desejando a continuação dos quase 500 anos de salutar e amistoso relacionamento entre Portugal e a Tailândia.
    A festa decorreu animadamente, as iguarias, servidas, foram de sabor, genuinamente, português, graças ao livro de culinária, editado na língua inglesa, de Maria Lourdes Modesto e facultado ao chefe de cozinha Thana Boonmawe.
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    Para a sobremesa os doces foram de paladar, também português com destaque o para fio de ovos, em cascata (Foi Tong) uma especialidade da Tailândia, introduzida neste Reino pela lusa/descendente Maria de Guiomar, há cerca de 300 anos, no “Bangue portuguete” (aldeia dos portugueses na antiga capital do Reino do Sião.
    José Martins - 2003

    FIGURANTES E FIGURÕES...!!!


    Nuno Caldeira da Silva

    ...."Temos bastantes exemplos disso em Portugal, em todos os quadrantes políticos, quando se vê encontros ad-hoc sempre no “interesse da Nação”, em que os figurantes (alguns dirão figurões), mudam de casaco com grande facilidade tal qual como numa passagem de modelos"....

    Chamou-me à atenção um parágrafo que Nuno Caldeira da Silva publicou no seu blogue http://frombangkok.blogspot.com/ , numa peça relativa à discórdia de momento que existe entre a Tailândia e o Camboja.
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    Evidentemente que este blogue não interfere na política deste país, nem faz opiniões, porque nele somos acolhidos há cerca de três décadas.
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    Porém no parágrafo, acima referido é que não é só nos quadrantes políticos portugueses que existem figurantes e figurões...
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    Há outros “figurões” iguais ao Nuno Caldeira da Silva que se infiltram nas embaixadas, criam a intriga para prejudicarem os que o rodeiam (antigos e funcionários públicos) atingirem o objectivo de não vergarem a “mola” , fazendo turismo, na Tailândia e ganhar uns avantajados trocos à conta da União Europeia.
    José Martins
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    P.S. Chama-se à atenção do Nuno Caldeira da Silva do “ultraje” que faz a uma figura da realeza, bem querida, colocando-a como cabeça de cartaz do seu blogue http://frombangkok.blogspot.com/ onde sobre a sua face está designado seu nome.

    Tuesday, November 10, 2009

    PORTUGAL TAMBÉM TEVE O SEU ILUSTRE "MANETA"

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    Habituei-me a visitar o blogue do Senhor Embaixador Seixas da Costa (de momento a gerir a missão diplomática de Portugal em Paris) e, claro está, comento quando tenho bagagem para o fazer.
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    Comparo Embaixador Seixas da Costa, como o Eça de Queirós, que no exercício de suas funções, diplomáticas, em Cuba e em Paris, escrevia desenfreadmente e tem sido isto que lhe tenho observado.
    -
    Se vou lendo o Eça, quando me encontro sem inspiração, para que me anime, voltei agora um aditivo da prosa de Seixas da Costa.
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    Quando me levanto da cama, em Banguecoque e quando em Paris é meia-noite, já estou no blogue do Senhor Embaixador de Portugal em França, para ler os conteúdos inseridos.
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    A peça de hoje ( http://duas-ou-tres.blogspot.com/2009/11/maneta.html ) dá conta de um general francês "maneta" e lembrei-me do nosso ilustre "maneta" Governador Ferreira do Amaral de Macau e comentei um pequeno trecho sobre esse grande Homen.
    José Martins
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    Maneta



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    Há dias, um leitor lembrou-nos a relação com a França da conhecida expressão portuguesa "ir para o maneta" - com o sinónimo de destruir ou de dar cabo de alguma coisa. Tem também como significado vulgar escangalhar-se, estragar-se, avariar e morrer.

    Fui ver a essa magnífica ferramenta informática que é o Ciberdúvidas e confirmei que, na origem da expressão, está a figura do General francês Loison, companheiro de Junot, durante a primeira invasão francesa. Loison, segundo revela Orlando Neves, no seu "Dicionário de Expressões Correntes", havia perdido um braço numa batalha e, em Portugal, "revelou-se um homem de extrema ferocidade e malvadez, que exercia torturas violentas nos presos e foi responsável por várias mortes".

    Na memória popular ficou o verso:

    "O Jinot (sic) mai-lo Maneta
    julgam Portugal já seu:
    É do demo que os carregue
    e também a quem lho deu."


    Outros tempos, em que imagem da França, apesar de dividir sectores da opinião portuguesa, não era a que é hoje. Felizmente.
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    Senhor Embaixador,
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    Nós também tivemos o nosso “maneta”!
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    Em 2 de Setembro de 1994 no “Notícias de Gouveia” numa peça intitulada: “Macau - Resto de um Império” escrevi numa longa peça o trecho seguinte:
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    “.... O Governador Ferreira do Amaral quando foi assassinado, (1849) aventaram a hipótese que o bravo e duro militar, teria sido morto por uma seita chinesa porque lhe tolhia os movimentos de acção na prática do crime de extorsão. Perdeu um braço no Brasil, durante a guerra da independência na Ilha de Taparica. “Maneta”, como a si se identificava, continuou a dar ordens aos seus subordinados, que lutassem, porque ainda tinha outro braço. Foi levado quase à força para o hospital de campanha no brigue Audaz. A amputação foi lhe feita a sangue frio e depois de operado subiu ao convés do Audaz incitando os soldados para não pararem de lutar e dando vivas a Portugal”...
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    Saudações de Banguecoque
    José Martins

    Monday, November 09, 2009

    DIZ-ME COM QUEM ANDAS...QUE EU TE DIGO QUEM ÉS!



    Consideração

    António Martins da Cruz já foi ministro dos Negócios Estrangeiros e muitas coisas mais. Afirmou que "Armando Vara merece-me uma maior Consideração".

    António Martins da Cruz não me merece a maior Consideração ... Por quê?

    Explicar Proibido.
    2 pauladas Hiperligações para esta mensagem

    Alguém opinou:

    Anônimo disse ...
    CONSIDERAÇÃO QUE PODE merecer UMA PESSOA QUE SE SERVIU DA VULGAR Esperteza "saloia", desonestidade, PARA CONSEGUIR UM ACESSO EIVADO DE FRAUDE PARA CONSEGUIR O ACESSO DA SUA FILHA AO CURSO UNIVERSITÁRIO ONDE SE ENCONTRA E DO QUAL FORAM ARREDADOS VÁRIOS CANDIDATOS COM CLASSIFICAÇÃO FINAL MUITO SUPERIOR .

    9 de Novembro de 2009 17:07
    Jorge Cabral disse ...
    Com franqueza Caro João! :)
    Desde quando é que neste blog pontuam os moluscos??
    Esse tal "da Cruz" não foi o tal que ocasionou uma demissão do então Ministro Lince, por ter interferido "diplomaticamente" não filha da Acesso ao Ensino Superior, granjeando-lhe um direito que não tinha, quando os nossos filhos suavam ", como estopinhas "Para conquistar um lugar nas faculdades públicas?
    A gentalha desta não me confrange ouvir Bestialidades como um Refere que nenhum post seu. Ambos são, no mínimo, Invertebrados.
    9 de Novembro de 2009 17:18

    PRÓS E CONTRAS E BASÍLIO HORTA

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    Esta manhã vimos e ouvimos o “Prós e Contras”, moderado pela Fátima Campos Ferreira, onde sentados, como convidados de honra naquela arena “palratória”:
    Pedro Silva Pereira – Ministro de Estado e da Presidência
    Basílio Horta – Presidente da AICEP
    José Pedro Aguiar-Branco – PSD
    José Manuel Pureza-Be
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    O tema a ser tratado: As Prioridades da Governação
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    Como é sabido e conhecido o programa da Fátima Campos Ferreira foi chão que nunca deu uvas.
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    Termina sem qualquer conclusão e conhecimento de causa a quem a ele assiste, em corpo e alma ou pelo vidro do televisor.
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    Falam, os convidados, arremessam “calhaus” uns aos outros e termina o “Prós e Contra” em “águas de bacalhau” .
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    Basílio Horta como é óbvio, não dá parte de fraco (já era assim o seu ex-patrão ministro da Economia Manuel Pinho) e, apesar da crise económica, o investimento, estrangeiro, em Portugal teve apenas uns “porcentozitos” de quebra.
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    Não foi "manco" a falar!
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    E numa certa passagem de seu palavreado diz: “A AICEP está em Singapura e na Malásia”!
    -
    Que a AICEP está em Singapura e um “elefante branco” sei o eu... Mas agora na Malásia é que não...
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    Seria o querer referir-se a uma senhora (extremamente ambiciosa e residente) que fornece umas “dicas” a Singapura?
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    E, também imperdoável que não tenha referido a Tailândia e onde se deveria localizar a AICEP o centro do Sudeste Asiático e um salto de pardal para o representante se movimentar aos sete países que compõem a península asiática e tentar promover o comércio e o investimento português.
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    Basílio Horta lá vai puxando a “brasa” a sardinhas que nunca mais assam e manter a sua AICEP a flutuar num mar imaginário que nunca lançou a âncora em porto seguro.
    José Martins

    "....SE AGARRAM A CONTACTOS...."

    DADOS LANÇADOS q E volta à carga!

    DADOS LANÇADOS q Ministério e Ministro, debate.
    Do Notador Ruella, chanceler

    É claro que há boa gente na carreira e que, tendo possibilidade de o mostrar, acaba por pairar acima disto e fazer a sua carreira, mas esses não riscam. Quem manda são os que, impossibilitados de singrar por mérito, se arrastam por corredores, ante-câmaras e gabinetes, se agarram a contactos, padrinhos, rabos-de-palha e nomes, e lá vão transformando serviço público na construção da sua carreira pessoal. E a este nível há muita atrocidade interna, porque não chega para todos: só quem rasteja não tropeça.

    Não houve uma reforma da Administração Pública? Foi criada alguma carreira inspectiva, para ultrapassar o "roda-roda aos 5 cantinhos"?
    Alguém falou em intervenção do Ministro? Só se vê quando emprenha pelo ouvido e a casa lhe impinge mais uma bordoada em quem está por baixo.
    Quanto ao mais, seja o ministro da carreira, independente ou socialista/social-democrata/democrático-social (enfim, são os nomes), a carreira auto-regula-se e recomenda-se.

    TEXTOS PARA DEBATE - Enviar com endereços válidos para (basta clicar) → notas.verbais@gmail.com . O pedido de anonimato é respeitado. Para publicação é considerada a matéria útil cujo teor suscite esclarecimento no interesse público e não ofenda a honra de terceiros. (In Notas Verbais)
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    À MARGEM: .... Claro que há boa gente na carreira que acaba por pairar (como fantasmas) nos claustros das Necessidades atrofiada e pisada sem lhe dar uma oportunidade de mostrar aquilo que vale. Vê-se envolvida numa teia de intriga de maldicências que termina a carreira diplomática como se nela não tivesse passado. As influências e a gente que não tiver, por lá, um amigo do peito ou de partido fica na obscuridade. Com isto a Diplomacia Portuguesa vai ficando pelo caminho da degradação e de "lassidão".

    José Martins

    Sunday, November 08, 2009

    LASSIDÃO

    A LASSIDÃO DIPLOMÁTICA

    A propósito de China

    A lassidão diplomática paga-se caro. A consular lassidão caro se paga. Seja onde for: Xangai, Singapura...

    China. Entusiasmo português a perder-se?

    "Os números sobre o cada vez mais fraco relacionamento comercial com a China têm de ter alguma explicação. Ou várias. Especialistas avançam com algumas..." É matéria oportuna de João Paulo Meneses, e que vem de Macau, no Ponto Final

    Saturday, November 07, 2009

    PARABÉNS AMIGO! – UM FIM DE SEMANA DE ESTALO

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    Assim foi o meu fim de semana! Sexta-feira à noite o “5º Festival de Dança Latina na Tailândia” no “super hotel” “Grand Millennium”, recentemente inaugurado, numa artéria, das mais movimentadas da capital tailandesa.
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    No dia seguinte há a festa de anos do amigo português, José Ferreira, Director de um departamento da “Ásia Security Management Co., Ltd” (ASM), na sua soberba residência onde vive com sua esposa, Nélia, açoriana de alma, saudades e do coração.
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    Desde há, quase, dois anos divorciei-me do centro da “Cidade dos Anjos” e quedado na paz, entre o verde, de minha casa junto a um dos eixos, rodoviários, principais em direcção a Singapura (onde a terra, ao sul, acaba e o mar começa, na península Sudoeste Asiático.
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    Assistir a um festival de dança latina, teria lá eu alguma ideia que viria presenciar um evento de rara beleza?
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    Nenhuma mesmo... Mas minha filha Maria Martins, além do desenho e criação dos vestidos usados na exibição de uma dança cubana, executada por um grupo de jovens, era uma das integradas.
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    Dias antes, pediu-me para eu estar presente, ao espectáculo e fazer os “bonecos” (imagens) do evento.
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    Evidentemente que não poderia recusar o convite de uma filha e de mais a honra de fazer fotografia, que me deixa todo vaidoso por que a Maria me achar bom fotógrafo quando desta arte não tenho jeito nenhum, apesar dos esforços que fui fazendo no percurso , longo, das minhas andanças a disparar o botão de máquinas fotográficas, de várias gerações, que fui adquirindo umas novas e, ainda outras, de segunda mão no mercado, onde se vende esta mercadoria, bem coçada, junto a um canal do “Sampeng” (China Town), em Banguecoque.

    Que maravilha foi observar esta dançarina tailandesa a executar a danças das mãos, dos dedos com as unhas compridas.
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    Um dia antes e dado ao meu metodismo de preparar o material, denunciador e mostrador de imagens, para que estivesse em óptimas condições na noite do festival dança.
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    Mas o imprevisto aconteceu, momentos antes de partir, acompanhado da minha querida e paciente mulher, de etnia chinesa, dei mais uma olhadela ao material e... bolas!


    Espectacular este número de dança... Que não vos sei dizer a orígem...
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    O “flash” externo da Nikon F70 “pifou” a lâmpada e terei de enfrentar o primeiro acidente de percurso... Espectáculo absolutamente estragado e uma tristeza, enorme, dentro de mim...
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    Aquela hora, nem pensar, conseguir reparar o desastre, dado que o representante da Nikon (Banguecoque) já com portas encerradas e sem a oportunidade de substituir a lâmpada fundida.


    Minha filha Maria Martins durante a actuação do bailado cubano. Surge à frente nas imagens da esquerda e direita.
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    Fui assim para o festival de máquina fotográfica “zarolha”, com o mal de miopia que me iria deixar as imagens com pouca luz. E ficaram, mesmo, escuras . Mas escuras ou claras as fotografias valeu a pena assistir a um brilhante evento cultural de muita categoria numa das sala do “Hotel Millennium”.

    Uma beleza a dança do folclore cubano. Onde minha filha Maria Martins, esteve integrada e autora dos desenhos dos vestido que mandou executar às costureiras que trabalham, por ordem e encomenda para ela.
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    Evidente que encerrei, dentro de mim, uma tristeza profunda, porque Portugal um país do contexto da latinidade, não estava ali representado com um “bailinho”, mesmo que fosse o da Ilha da Madeira, o Vira do Minho ou o sapateado das lezírias do Ribatejo.
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    Mas valeu, mesmo assim, Portugal estava ali, representado, por uma lusa/tailandesa, a minha filha, Maria Martins, anonimamente, não a dançar o Vira do Minho, o “Malhão-Malhão”, mas uma dança cubana.
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    ANIVERSÁRIO DO “PATRÍCIO” JOSÉ FERREIRA
    Se querem ver os portugueses (emigrantes) felizes no estrangeiro é a confraternizar com os compatriotas, a comer, a beber e conversarem.
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    Alguns sãos “Relas” que nunca mais param de falar e até os tomo, por vezes, iguais aos deputados da Assembleia da República, que não acatam as palavras do presidente, do açoriano das costelas todas, Prof. Jaime Gama: “senhor deputado já terminou o seu tempo”...!!! Já termino senhor presidente é o troco à palavra do desobediente.

    A casa onde reside o "portuga" Zé Ferreira e sua esposa Nélia, açoreana. A bandeira dos açores colocada à entrada da residência é de sua autoria. O ditado está vivo... "Em casa manda ela e nela mando eu!
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    As ilhas do arquipélago dos Açores estão representadas em todos os cinco continente do globo e a casa do José Ferreira é mesmo meia açoriana e a outra metade continental.
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    O meio é pela parte da jovem esposa Nélia e a outra parte, continental, é do lado do marido que se relacionam, confortavelmente, mais o seu cãozito (uma amostra de raça chinesa) numa vivenda que não me importava, nada mesmo, de a trocar pela minha.
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    Estes "bichos" pescados no Golfo da Tailândia estavam uma especialidade e condimentados com molho de manteiga e um toque de piripire
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    Sonhar é fácil e os homens de 74 anos (meu exemplo) ainda não estagnaram de sonhar, não com princesas encantadas, mas com uma residência, com ginásio, “jacuzzi”, sauna (para retirar as banhas da barriga) e muita estonteante, verdura, em seu redor.
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    O Ferreira (vou tratá-lo assim), antes de se mudar para esta residência, residia num 23º andar, numa torre de cimento, junto à margem, esquerda, do rio Chão Prya, com uma vista, majestosa, sobre o rio que divide, em duas partes, a cidade de Banguecoque e toda a baixa da enorme urbe.

    Cabrito à "Campos". Uma especialidade de comer e gritar por mais! As entradas (lado direito) para depois adubar o estômago à maneira!

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    A distância entre o 23º andar e o aeroporto, onde ali cumpre a sua missão de director de um departamento de segurança, levava-o por vezes chegar atrasado ao seu gabinete de trabalho. Agora o problema está sanado e nuns escassos 15 minutos está no seu posto, no moderno aeroporto internacional de Banguecoque, Suvarnabhumi.
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    Há uns meses, o Ferreira (que ainda não nos conhecíamos) convidou-me, juntamente com outros portugueses, residentes, em Banguecoque para uma tarde de “petiscos” portugueses. Tinha chegado, dias antes, de Portugal e na mala de viagem meteu umas chouriças, uns bons nacos de presunto, queijo da serra e outras miudezas, gastronómicas, que neste Reino da Tailândia não existem à venda.
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    Uma bandeira dos Açores que nos diz aqui é Portugal. Os "portugas" no ataque culinário.
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    Um Ferreira samaritano de que para minimizar as penúrias que os portugueses, por aqui vão sofrendo, dos sabores da sua terra convidou-os a subirem às alturas e passarem um tarde inesquecível.
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    Igual à de ontem, que além das petiscadas portuguesas, entrou na ementa um cabrito assado à moda do, velho residente, na Tailândia, Manuel Campos, que não abdica de cozinhar, fora das suas ocupações, “bons petiscos”, para a “malta” fixe “ e amiga, "portuga", residente na Tailândia.
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    O cabrito, estava mesmo à maneira confeccionado. Mas com o cabrito assado "à Campos", que reside a 50 quilómetros, ao sul, de Banguecoque e junto à costa do Golfo da Tailândia, trouxe meia arroba de lagostins que mais pareciam lagostas.
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    Dois dedos de "palavreado" depois do almoço
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    Aproveitando a presença, em Banguecoque, do meu velho amigo, de 22 anos, António Pedroso Lima (ex-director de exportação do Grupo SONAE agora reformado mas activo em negócios), levei-o comigo para se associar ao aniversário do "confrade" português, José Ferreira.
    José Martins

    AICEP E A EMBAIXADA DE PORTUGAL EM SINGAPURA UMA INSTALAÇÃO DESNECESSÁRIA

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    Acabei de ver uma peça inserida pelo Nuno Caldeira da Silva no “insípido” blogue http://frombangkok.blogspot.com que elabora a partir de Banguecoque e os elogios que dá à vinda do Representante do AICEP, à capital tailandesa, sediado em Singapura, há cerca de dois anos.
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    Não faço ideia o que o Representante do AICEP transmitiu à reduzida plateia (pelo boneco publicitado) e quais os negócios de Portugal viria promover à Tailândia.
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    Transmite, o prosador, Nuno Caldeira da Silva (que bem o conhecemos de ginjeira) que foi a primeira vez que o AICEP, como estrutura do Ministério da Economia de Portugal, apresentou na Tailândia e regressou a Singapura satisfeito pelos primeiros resultados.
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    Não imaginamos que negócios em carteira teria levado do empresariado da tailandês, o Director Executivo do AICEP (título extremamente pomposo) para apresentar ao seu Presidente Basílio Horta e os grandes sucessos que obteve na sua vinda a Banguecoque.
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    Não vou adiantar-me mais em cima de mais um “loby” (muito em voga) do AICEP, em Banguecoque, e dos alardes, habituais de Nuno Caldeira da Silva, dá aos eventos realizados (ponto alto) na Embaixada de Portugal em Banguecoque.
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    Bem eu conheço mais a dormir do comércio da Tailândia e aonde os eventos se devem realizar, directamente ao público, do que quantos especialistas portugueses, apareçam acordados, em Banguecoque, a promover Portugal.
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    Mas quando há só meia dúzia de cartuxos, procura-se desesperadamente dar os últimos tiros e, depois, transmitir para sede em Lisboa que o evento foi estrondoso para que se mantenham no lugar.
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    Destas características “galgas” à portuguesa estive eu farto de as escrever e de as ouvir que é igual o semear semente na duna do deserto.
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    Já em tempo me referi neste blogue que o AICEP (Diplomacia Económica) e a abertura da uma Missão Diplomática de Portugal em Singapura, é o mesmo que sustentar uma junta de bois, à argola e acomer na manjedoura no palheiro que não lavram terra para produzir fruto.
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    Singapura, por anos, foi representado e bem por um homem de grande prestígio, na Cidade Nação, o Sr. Charles Letts, Cônsul Honorário) que ali fez, com conhecimento de causa, um óptimo serviço a Portugal, sem haver a abertura, desnecessária, de um escritório de negócios e um Encarregado de Negócios, residente, como embaixador.
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    O ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, deveria ter-se aconselhado primeiro, com alguém que estivesse conhecimento se valeria ou não a pena abrir uma Embaixada de Portugal em Singapura. Asneiras destas custam os "olhos da cara" ao contribuinte português!
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    Porém as embaixadas, tanto se abrem como se fecham, como assim aconteceu em Manila que por duas vezes se abriram e por outras tantas foram encerradas.
    Voltarei ao assunto noutra altura
    José Martins
    Foto: com a devida vénia http://frombangkok.blogspot.com

    Friday, November 06, 2009

    CERTA GENTE SENTADA EM BANCO ERRADO

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    DADOS LANÇADOS - Gente certa no lugar e em momento certo
    DADOS LANÇADOS  Ministério e Ministro, debate.
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    Da Notadora Rosinha da Calçada, sec-emb

    O Jean Bourgeois (Colega? Leva a crer que sim) não tem que ter receio de errar, muita, muita gente na Casa assina por baixo. O problema do Dr. Luís Amado é o distanciamento que o tem caracterizado face aos Secretários-Gerais na gestão do MNE, antes deste, o outro, embora ele não deva gostar de ouvir ou ler isto, mas é a verdade. Pode-se também, como nota o Bourgeois, imputar algum imobilismo e distanciamento na gestão dos recursos humanos de topo, leia-se directores-gerais e equiparados. Ou seja, o Dr. Luís Amado deveria mexer mais vezes na equipa de dirigentes do MNE, de forma a ter os homens/mulheres certos nos lugares certos nos momentos certos. E como todos nós sabemos, isso está muito longe de se verificar. (In Notas Verbais http://notasverbais.blogspot.com/ ).

    TEXTOs PARA DEBATE - Enviar com endereços válidos para (basta clicar) → notas.verbais@gmail.com . O pedido de anonimato é respeitado. Para publicação é considerada a matéria útil cujo teor suscite esclarecimento no interesse público e não ofenda a honra de terceiros.
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    À MARGEM: Devia, claramente, o Dr. Amado se aperceber das “capelinhas” se vão construindo sob os claustros do Convento das Necessidades onde por lá há capelões, sacristães e os meninos do coro.
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    O Dr. Amado, como o Capelão principal, nomeado na primeira investidura (quatro anos), foi tempo, suficiente, para se ter apercebido dos arranjinhos fabricados pelo clube de amigos do convento.
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    Cá nós veteranos e a lidar com “amigos e inimigos do convento” dá-nos toda a razão para nos pronunciarmos sobre as “manigâncias”, algumas, mesmo diabólicas.
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    O Dr. Amado terá “cagaço” de ser espetado pela forquilha de certos diabos de rabo?
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    Assim Dr. Amado a diplomacia portuguesa deixa de ser, a que lhe já lhe chamaram de “croquete” e coloca-se na fila de países de terceiro mundo.
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    Olhe Dr. Amado, nós não somos (nem aspiramos) ser ministro... Mas, mais adiante, nós vamos dar-lhe alguns conselhos como deverá actuar e não assinar nomeações de indivíduos para o cargo de representar Portugal em certos países, quando os nomeados deveriam quedar-se no convento e ocuparem-se, apenas, acender as velas dos altares onde as virgens, santos e judas iscariotes estão expostos.
    José Martins josegomes.martins@gmail.com
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    P.S. Mandem, mandem os vossos comentários no anonimato. Aqui não se conspira contra os "mártires" do convento, tão-pouco com os "badamecos" (conheço alguns) que aqui não conspiramos em os (por ora) designar.

    Thursday, November 05, 2009

    OS RATOS E RATAS DE EMBAIXADAS

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    Conheci há muitos anos uma rata, que com os seus pezinhos de rata, foi penetrando de leve,levezinho, nos serviços de chancelaria da Embaixada de Portugal em Banguecoque.
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    Ora a rata não precisava de vistos nenhuns ou de outras mordomias a não ser fazer o centro de expedições, para muitos países do Mundo de mercadoria adquirida nas praças comerciais asiáticas.
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    O negócio corria à rata de vento em popa e por ali se foi quedando e ganhando as simpatias de três chefes de missão.
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    Um problema para a rata se introduzir, no celeiro, era quando um novo chefe assumia a gerência.
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    Mas de quando chegou o quarto surgiram as dificuldades para entrar de leve, levezinho.
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    Chamou-me, então, o embaixador ao seu gabinete e pergunta-me:
    -
    “Quem é a senhora”?
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    Respondi-lhe: “Uma rata de Embaixada Senhor Embaixador”.
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    A rata desde então, desapareceu e nunca mais a vi.
    José Martins

    RATOS E RATAZANAS

    Dispensas e PRIVILEGIOS Explicação


    As Mordomias SÃO OS Ratos sem Fios dos Ministérios.

    - Manuel CCLXX Paleologo©

    Wednesday, November 04, 2009

    ASSIM.VAI DE CARREIRA DIPLOMÁTICA

    04 NOVEMBRO 2009
    NOTADORES @ Assim, vai de carreira
    @ Do conselheiro de embaixada Pombal:
    Diplomacia...
    E aos costumes disse nada. Papel do Instituto Diplomático não é referido; reestruturação da rede diplomática é ignorada. Para quando a criação de uma carta de missão em que um Embaixador antes de ser nomeado defina perante um painel os objectivos que pretende atingir e um relatório de termo de mandato? A diplomacia é super cara, mas ainda não passou por aqui uma lógica de optimização de resultados e é pena.
    Pombal, cons-emb ( http://notasverbais.blogspot.com )

    Tadeu Soares logo após de chegar a Banguecoque, uma das preocupações, foi o de dar ar de "cagança" e encomendar um quadro a um "pintor" local, daqueles que pintam a cara de um "pândego" por cerca de 50 a 60 euros.
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    À MARGEM: Chamou-me à atenção a peça acima transcrita e extraída das “Notas Verbais” em que no seguimento da prosa: ...”Para quando a criação de uma carta de missão em que um Embaixador antes de ser nomeado defina perante um painel os objectivos que pretende atingir e um relatório de termo de mandato?”...
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    Isto, o que estou aqui a teclar é por que tive conhecimento que José Tadeu Soares, iria gerir a Missão Diplomática de Portugal em Pequim!
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    Ora o que se passa e com conhecimento (servi este senhor por 3 anos e 3 mêses) de causa não está à altura de poder assumir as responsabilidades de Representante de Portugal na China.
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    O seu último posto gerido, como Embaixador, foi a Missão de Banguecoque (1999-2002) e desastrosa a sua presença, quer pelo seu “fraco” perfil de diplomata de carreira quer pelas várias “cavaladas” que por cá deixou.
    -
    Entre estas o ter criado um conflito, entre as autoridades deste Reino que chegou à Comunicação Social e criticado pela opinião pública.
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    Mas, o que acima refiro, é apenas o princípio da ponta do fio do novelo...
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    Me parece que o ministro dos Estrangeiros Dr. Luís Amado não tem conhecimento do passado, diplomático, de Tadeu Soares e que não se deve orientar pela rotatividade do sistema ou pela “tráfico de influência” que lhe fez chegar ao seu gabinete e colocado um papel, em cima de sua mesa de trabalho, para assinar a nomeação de Representantes de Portugal “errados” numa missão, como por exemplo a República Popular da China, onde deveria ser nomeado um Embaixador de prestígio e não Tadeu Soares.
    -
    Assim, continua, a autoridade máxima do Palácio das Necessidades a brincar às diplomacias.
    -
    Portugal já não se encontra na época do “eldorado” e das especiarias; dos Capitães da Índia, depois do século XVI, que para Goa, foram despachados, nas caravelas do Tejo, muitos “badamecos”, nomeados Governadores.
    José Martins
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    P.S. Esperamos que se Tadeu Soares, assentar em Pequim, não faça da missão, um espaço “abandalhado”, como aconteceu em Banguecoque, onde hospedava umas pessoas, estrangeiras, estranhas de cabelos pintado e “trejeitos” mulherengados.
    De boa memória, ainda, o caso, passado, no Senegal.
    As Missões Diplomáticas de Portugal no Estrangeiros não são “Templos de Sodomia” e me merecem todo o respeito porque servi Portugal, durante 24 anos, na Missão de Banguecoque.

    Tuesday, November 03, 2009

    OI "PIXOAL" TODOS OS PORTUGUESES PRÁ FESTA DO NOSSO FUTURO!

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    O futuro da Europa
    O Tratado de Lisboa entrará em vigor em 1 de Dezembro
    Václav Klaus promete que nenhum obstáculo adicional ao Tratado de Lisboa .
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    O Presidente e o Alto Representante será designado para outra cimeira
    MISS ANDREU - Bruxelas -- 30/10/2009
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    "O Tratado de Lisboa deverá entrar em vigor em 1 de Dezembro", assegurou hoje o presidente francês, Nicolas Sarkozy.
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    A decisão será possível "depois do compromisso alcançado com a República Checa para levantar o último obstáculo à ratificação", disse o líder francês.
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    Este acordo de pouco progresso sobre as alterações climáticas são o resultado mais tangível da Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da UE, que terminou sexta-feira em Bruxelas.
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    A nomeação do futuro presidente e de Alto Representante para a União concordou em uma cimeira extraordinária a ser realizada entre 12 e 18 de Novembro.
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    À MARGEM: Vamos lá todos bem arranjadinhos para a grande festa do nosso futuro!
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    A nossa riqueza e a dos nossos filhos,netos, bisnetos e tritanetos está no "grande cu" da EUROPA!
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    Esta Europa de tanta paz (!!!) que foi no passado irmanada e unha carne que nunca se haja guerreado uns com os outros...
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    Não importa que no futuro sejamos os "ciganos" dos chineses e dos indianos, mas devemos estar "aconchegadinhos" para vivermos a nossa, feudal e característica paz dos anjos que esta nossa Europa tão querida ofereceu aos portugueses por séculos e séculos, seculorem AMEN.
    José Martins
    (Jamais alinhado ou entrar no cu dos 26 da Europa)

    UMA CARTA DE UM SENHOR EMBAIXADOR A UM AMIGO

    Carta a um amigo

    Meu Caro
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    Você acaba de entrar numa nova vida, e logo num tempo bastante difícil, em que muito se exigirá de si, dos seus conhecimentos e do seu bom-senso, da sua integridade e da sua força de vontade. Conhecendo-o bem, julgo ser "the right man in the right place" e, diria mesmo, "at the right time"- e você sabe de mim o suficiente para ter a certeza de que só digo isto porque sinceramente o penso. Atrevo-me mesmo a afirmar, não sem algum orgulho, que, até agora, você teve sempre uma boa escola.
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    Porém, como em tudo na vida, só na água se aprende a nadar. Ver os outros no jogo é muito instrutivo, até para evitar cometer alguns dos erros observados. Mas as coisas são diferentes quando se "está lá", quando se é o responsável, quando todos olham para si, para o bem e para o mal. Principalmente para o mal, como sabe.
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    Você começa agora. Numa bela frase que fez escola, Jaime Gama dizia que "não há uma segunda oportunidade para se criar uma primeira impressão". Tendo a concordar, embora não em absoluto, porque as imagens fixam-se diacronicamente no juízo das pessoas e o tempo ajuda a sedimentar a solidez de quem é realmente consistente. Você dir-me-á, com a sua proverbial modéstia, que isso o preocupa pouco e que, no essencial, quer apenas conseguir fazer bem aquilo que lhe propuseram. Mas, como já terá visto de forma muito crua, "em política, o que parece é", como dizia o manhoso de Santa Comba. É triste, mas é assim.
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    Para um observador desprevenido, a sua tarefa até pode parecer fácil. Mas você sabe bem melhor que muitos que, para além do que a opinião publicada ou comum intui, há aí desafios externos muito sérios pela frente, face à vontade de alguns de mudar o paradigma do processo colectivo, interessados que estão em assegurar a continuidade do respectivo poder, através da garantia lampedusiana de que "alguma coisa tem de mudar para que tudo continue na mesma".
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    Não quero parecer "patronizing", mas não resisto a deixar-lhe algumas notas: conselhos ou frutos da experiência, tome-os como quiser. Faço-o agora porque não terei nem necessidade nem ocasião de lhe dar quaisquer opiniões futuras, porque, como você e muitos outros bem sabem, é meu arreigado e inabalável hábito deixar deliberadamente de procurar ou frequentar quem assume funções elevadas.
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    Desde logo, tente rodear-se de gente que tenha a certeza de ser, simultaneamente, competente, fiel e crítica. E, se possível, que escreva um bom português, uma língua antiga em rápida extinção na nossa administração pública. Junte pessoas que tenham a liberdade e a coragem para lhe dizer aquilo que até pode não lhe apetecer ouvir, mas que é essencial que você ouça; embora se reserve sempre o seu direito de não concordar e decida fazer exactamente o contrário. Não hesite em mudar de opinião, quando os argumentos forem inteligentes e convincentes, mesmo se oriundos de colaboradores muito mais jovens. Sabe do que falo, claro...
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    Não se deixe nunca tentar por tiques de auto-suficiência ou de autoridade (que seriam estranhos em si, em qualquer caso), por reflexos de sobranceiro "déjà vu" ou por formalismos compensatórios da sua idade - como, ridiculamente, já vi emergir em (então) jovens figuras políticas, pouco à vontade com as suas novas responsabilidades. Em política, a idade que se tem é a da autoridade que soubermos transmitir, sendo a juventude, aliás, o único "defeito" que passa sempre com o tempo.
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    Atente bem nas lições do passado, porque nada começa hoje, embora a História nunca se repita, salvo para os que a lêem de forma preguiçosa ou dogmática. Procure decifrar bem a "agenda" de quem cruzar pelo mundo, perceba as suas motivações profundas, sem se deixar enredar em teorias conspirativas, mas igualmente sem cair em perigosas ingenuidades. Não se acomode a supostas inevitabilidades, não receie dizer "não" quando entender que isso é importante, não use "langue de bois", chame as coisas pelo nomes e não se importe de ficar isolado, nem tenha a tentação de ser simpático em matérias de Estado. O interesse do país está sempre acima dos nossos humores.
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    Claro que você também sabe que, à sua volta, há adulações que vêm por aí, com os "yes men" e as "yes women" que lhe darão a "música" agradável aos seus ouvidos, que acharão "genial" a entrevista que você percebeu que saiu menos boa, que dirão "o máximo" do discurso que fizer, por mais banal que lhe tenha saído. Relativize sempre tudo isso.
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    Seja muito firme, não dando, logo desde o início, o mínimo espaço para a sobrevivência funcional de distâncias derivadas dos tempos da carreira de onde você é oriundo (e onde agora não está inserido, lembre-se sempre!). Corrigir o erro, depois, será muito mais difícil e penoso. Exerça em pleno a sua autoridade, porque, como escreveu Balladur num recente livro, "le pouvoir ne se partage pas".
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    Alguns, de forma mais ou menos explícita, tentarão preservar fatias de decisão que se habituaram a gerir, quase a seu bel-prazer. Corte-lhes as "vazas" e, estabeleça, desde o primeiro segundo, sem tibiezas e ambiguidades, as suas novas regras. É que se o "pacote" de responsabilidades passa a ser seu, toda a decisão também lhe cabe a si, na gestão como na definição das políticas. E esteja também atento aos curto-circuitos hierárquicos, essa insidiosa forma de se sustentarem influências "por cima" de si, com "shortcuts" de oportunidade. Sei bem do que falo e você também sabe como, no passado, foram tratadas, com êxito e algum gozo, algumas derivas dessa índole.
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    Mantenha e frequente os amigos de sempre, comporte-se com eles com a naturalidade habitual. Eles podem ser-lhe muito úteis na "leitura" da realidade exterior de que, forçosamente, ficará um pouco mais distante. E aí estarão, ao virar da esquina, quando se esgotar a transitoriedade das funções que agora vai ocupar. Eles serão a sua eterna e insubstituível "almofada" afectiva.
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    Agora, um assumido conselho: não projecte a ideia de ser "o homem" de ninguém, o "remote controle" de outras instâncias, uma figura tutelada, actor secundário à espera das deixas de outros. Sem incorrer na mínima quebra de lealdade ou de disciplina face à orientação de quem tem legitimidade para lha dar, perceba que há um palco que agora é apenas seu: dirija a peça, oriente sem tibiezas os artistas - e alguns são mesmo uns "verdadeiros artistas".... É que, das palmas ou dos apupos que se vierem a ouvir, você está condenado a só poder partilhar as primeiras.
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    De igual modo, seja totalmente livre: evite a tentação de caminhar para a construção de um qualquer proselitismo, para a criação de "equipas" de fiéis em seu redor, esse viciado mundo, tão típico da profissão que vai co-tutelar, cuja cultura dominante se apoia em esferas de influência, em mini-nepotismos conjunturais, feitos de atribuição arbitrária de cargos e funções, a troco de lealdades com preço certo - nas promoções ou nas colocações seguintes. Ouça amigos próximos, mas decida sempre sozinho. Trate bem toda gente, mesmo os mais "sinistros", mas apenas enquanto assim o merecerem. Quanto tal não acontecer, passe então a tratá-los como realmente merecem, sem contemplações ou moratórias. O tempo das indecisões só joga contra si.
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    Ah! e não se esqueça: ria-se, divirta-se, mantenha um bom ambiente no trabalho e trate as coisas com a leveza que se justifica, sem perder o humor e a capacidade de exercer ironia. Até sobre si próprio. E, nunca por nunca, caia na tentação de dizer que está a fazer um sacrifício, um serviço pelo qual o Estado e o país lhe devem ficar reconhecidos. Você é que deve estar grato a Portugal por lhe ter dado a honrosa possibilidade de o servir.
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    Meu caro, como diria o Sérgio Godinho, "este é o primeiro dia do resto da sua vida". E só há uma, lembre-se! E porque esta vida são dois dias, aproveite bem as noites! Não esqueça a família, não lhe atafulhe os sofás com papéis cor-de-rosa, pela noite dentro: saia, jante fora, divirta-se, beba um copo, fale com amigos de outras coisas que não política, viaje e leia muito. Pode crer que o mundo não vai parar, só porque você insiste em ser uma pessoa normal.
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    Não lhe vou desejar felicidades profissionais e políticas, porque isso seria redundante com o que você sabe que eu penso. Desejo-lhe saúde, alegria, vontade e sorte. O resto - inteligência, honestidade, sabedoria, rigor e dedicação - você já tem.
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    E mando-lhe um forte abraço de amizade, esperando agora só o voltar rever, com calma e sem agenda, daqui a quatro anos, para então lhe dar conta dos meus ócios na reforma. Aproveite o tempo bem! O seu sucesso será o nosso.
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    Francisco

    PS - Vou oferecer-lhe um clássico do Gerald Kaufman, com mais de duas décadas, intitulado "How to be a Minister". Esclareço, para leitores menos atentos, que, sendo um livro inglês, "minister" significa, entre nós, "secretário de Estado". "Bien entendu"...
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    O transcrito acima é de autoria do Embaixador Seixas da Costa e publicado no seu blogue
    http://duas-ou-tres.blogspot.com/2009/11/carta-um-amigo_01.html

    O PESSOAL DA EMBAIXADA DE PEQUIM QUE SE COMECE A CUIDAR!

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    Movimentos
    Embaixadores. Assim parece:

    1.Quartin Santos a ir para Camberra
    2.Tadeu Soares para Pequim
    3.Mira Gomes para Londres

    Telegrama de Terça-feira, Novembro 03, 2009
    Etiquetas: Movimento

    Notas Verbais
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    À MARGEM: Embaixador Quartim dos Santos uma boa escolha sem ponta de dúvida pela sua vasta carreira. Um curriculum recheado de coisa excelentes.
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    Embaixador João Mira Gomes, acertadissimo, seguir para Londres.

    Conheço João Mira Gomes (lidei com ele de perto) de quando assessor diplomático do Governador Rocha Vieira, de Macau.
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    Embaixador Tadeu Soares...

    Horrível a sua colocação em Pequim...
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    Não é missão à altura de a gerir com eficácia e prestígio para Portugal.
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    Mais não digo o PORQUÊ!
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    De quando acreditado em Banguecoque, praticou um mau servço à diplomacia portuguesa, por imcompetência, arrogância e "vários rabos de palha" que por cá deixou.
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    O pessoal administrativo da Missão de Pequim que se comece a cuidar!
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    Como será o último posto, da sua carreira diplomática e a queimar os últimos cartuxos irá fazer "trinta por uma linha" e, certamente, as suas, habituais, vítimas, como de mim o haja feito de quando de sua passagem pela Embaixada de Portugal em Banguecoque (1999/2002)
    José Martins

    Monday, November 02, 2009

    ORA AÍ ESTÁ SUA EXCELÊNCIA O EMBAIXADOR MARTINS DA CRUZ

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    Embaixador Martins da Cruz o homem espectáculo... de grandes negócios e um "mestre" em investimentos!
    Veja o video antes de seguir o artigo depois deste

    video

    Não me apanhou de surpresa as declarações de Martins da Cruz que concedeu ao jornalista, do "Jornal de Negócios", Camilo Lourenço.
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    O ex-embaixador e ministro dos Negócios Estrangeiros; abandonou a diplomacia não pela forma mais airosa. Foi um dos delfins e mestre de cerimónias do prof. Cavaco Silva, de quando foi primeiro-ministro.
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    Carne e osso com o ex-PM, Durão Barroso que o viria a convidar a deixar a missão diplomática de Portugal, em Madrid, para ocupar o lugar de ministro dos Estrangeiros.
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    Amigos de alma e coração e companheiros de viagem e de "borgas" quando o PM Cavaco Silva se deslocava ao estrangeiro para missões oficiais.
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    De triste memória a sua gerência da pasta dos Estrangeiros, no executivo do PM Durão Barroso, que viria a pedir a exoneração pelo uso do tráfico de influências de favorecimento a uma sua filha.
    -
    Logo após de assumir as funções, de chefe da diplomacia portuguesa, no Palácio das Necessidades, procurou levar a cabo as suas vinganças, retirando das Nações Unidas o prestigioso embaixador Seixas da Costa e colocou-o em Viena de Austria, como Presidente do Conselho Permanente da OSCE.
    -
    Mas as suas andanças da prática de "asneiras", retirou os poderes ao ICEP (fundado em 1949) e criou o AICEP sob os auspícios da "Diplomacia Económica" e uma autêntica tragédia económica de Portugal, criando empregos a "boys" e amigos.
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    Ainda hoje a Embaixada de Portugal em Banguecoque sofre as consequências, nefastas, da sua gerência como ministro dos Estrangeiros.
    -
    Depois de uma gerência desastrosa do embaixador Tadeu Soares (1999.2002), com corrupção rompante, usando a embaixada a seu belo prazer, inserindo nos serviços de chancelaria pessoal estranho e de um passado duvidoso, viria-o a convidar para Director-Geral dos Assuntos Comunitários, cargo que ocupou em 10 de Setembro de 2002.
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    Substituido pelo embaixador Lima Pimentel, uma autêntica trágédia diplomática para a diplomacia portuguesa na Tailândia.
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    Se no consulado Tadeu Soares a corrupção existia, no de Lima Pimentel agravou-se onde centenas de milhares de euros teriam sido lapidados.
    -
    Lapidação essa (geridas as finanças por um "tal" Alípio Monteiro, produto de admissão por Tadeu Soares, que nem nacionalidade portuguesa tem) que hoje atinge, a proximidade, de dois milhões de euros.
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    Receitas que provêm do arrendamento de um terreno, anexo ao da embaixada e arrendado, desde 1984, a um hotel de 5 estrelas.
    -
    José Martins

    Sunday, November 01, 2009

    O MAL AMADO POR UNS E MUITO BEM POR OUTROS


    Programa de governados...
    Ainda o governo não apresentou o programa, nem se sabe se já o redigiu, e há já por aí governados que ditam o programa.
    -
    É mais notório na área dos Negócios Estrangeiros em que nem sequer há hipóteses, avançam-se certezas- que Amado é, que Amado vai fazer, que Amado aposta, que Amado enfrenta o desafio de, que Amado é sobretudo Luís como símbolo da estafada "continuidade" da política externa.
    Telegrama de Domingo, Novembro 01, 2009
    Notas Verbais

    SOU REI DO BACALHAU!

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    Sou Rei do Bacalhau em Banguecoque

    Sou até ao fim do ano corrente, com dois meses à cabeça, para terminar, a minha entronização como “Rei do Bacalhau em Banguecoque”.
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    Estranho, não é, o título desta peça?
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    Quem tem tido a paciência de me ler irá pensar por aí: "estará o pândego bem de miolos"?

    Tranquilos que estou com os meus cinco parafusos, apertados, no lugar certo.
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    Mas eu conto porque me sinto entronizado o Rei do Bacalhau.
    Neste Reino da Tailândia não há bacalhau à venda!
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    O motivo de não existir é pelo facto de não haver comunidade, residente, portuguesa.
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    Não havendo, como é óbvio, para mim e outra, pouco mais de dúzia de portugueses, bacalhau!
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    Esta miséria de bacalhau que vou sofrendo já vem de anos atrás.
    Há uns doze anos, nunca me faltou o fiel amigo em casa!
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    Chegava-me de Macau, pela bondade de uns amigos, que bem conheciam as minhas (por que passava), misérias de bacalhau.
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    Há uns 20 anos, como funcionário da Embaixada de Portugal, tinha o direito, de Lisboa e vice-verso, de três quilos, semanalmente, pela Mala Diplomática que poderiam ser de bacalhau, umas chouriças para alimentar, com a tora, o caldo verde, onde neste Reino existe a couve-galega de óptima qualidade.
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    Mas a partir de 1999 e com a chegada do Embaixador Tadeu Soares, a Mala Diplomática, passou a ser privilégio de diplomatas de carreira; para os amigos de Tadeu e eu fiquei (conforme as ganas que lhe deu) sem o direito de a usufruir e assim se foi o bacalhau.
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    Ora depois de Dezembro de 1999 Macau passou para administração da China; parte dos meus amigos também se passaram para a metrópole e eu “passado” de bacalhau.
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    Esquecia-me de mencionar que a embaixada de Portugal em Banguecoque possuía uma Secção Comercial, gerida por mim e funcionava.

    Levava Portugal a várias feiras, em Banguecoque e empresários ou seus representantes, de Portugal, deslocavam-se a Banguecoque e traziam-me bacalhau.
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    Sabendo eles que eu continuava a ser um pobre do fiel amigo, metiam uns quilos na mala de viagem e por cá me ia remediando (condicionado por minha mulher) uns tempos.
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    Acabaram com as secções comercial, cultural e tudo viria a morrer (ainda bem o único sobrevivente, funcionário público, agora, o embaixador Faria e Maya) na missão diplomática de Banguecoque.
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    É isso, mesmo, as embaixadas também caiem em estado de coma e passam a viver, artificialmente, de oxigénio.

    Se um chefe de missão chega com “garra”, outro senhor que se lhe segue, está-se nas “tintas” e deixa correr o marfim.
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    Vou contar qual a razão porque me entronizei (até à noite da ceia de Natal) o Rei do Bacalhau.

    Dois velhos amigos meus: Fernando de Oliveira, director de exportação do Grupo Amorim e António Lima (ex-director de exportação (reformado) da secção de laminados da SONAE), viajaram a Banguecoque.
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    Antes de partirem de Portugal telefonaram-me a comunicar suas chegadas e para (sem falta) nos encontrarmos em Banguecoque para “dois dedos” de conversas e tomarmos, juntos, uma refeição.
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    Desde logo, pelo telefone, os “cravei” para trazerem uns quilos de bacalhau e que tivessem o cuidado de o embalarem bem para não empestar de cheiro a bacalhau o avião.
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    O Oliveira chegou, primeiro a Banguecoque, com cinco quilos de Bacalhau; o Lima um dia depois, com outros 5 quilos.
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    Bem não há bem do “bacalhau” que sempre dure; nem mal de “bacalhau” que ature.
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    Assim com 10 quilos de bacalhau sou Rei e Senhor do fiel amigo criado nos mares da Terra Nova.
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    Com estes dois velhos amigos, a nossa amizade já vem desde os anos de 1984, assim tem sido desde há 24 anos.
    -
    O Fernando Oliveira, divulgou e vendeu as cortiças do Grupo Amorim, fazendo base na embaixada de Portugal em Banguecoque, por um ano, para as suas deslocações ao Paquistão; Índia; Extremo-Oriente, Indonésia e Austrália.
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    O António Lima apenas de passagem, por uns dias, para vender, à indústria de mobiliário, de Banguecoque, chapas de formica e madeira prensada da SONAE.
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    Agora o Oliveira, passa por Banguecoque, duas vezes por anos, atende os clientes da Tailândia e segue para a Austrália e Nova Zelândia.
    -
    O António Lima, reformado, não deixou a sua actividade de vendedor e continua a colocar no mercado, estrangeiro, chapas de formica e madeira prensada, mas agora não vende da Sonae, mas da China, do Chile e do Brasil e a sua vida segue pelo melhor e quando, por duas semanas, em Banguecoque, hospeda-se nos melhores hotéis.
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    O Lima continua na melhor, com sessenta e tais anos a idade não passa por ele. O Oliveira com 53 anos, a voar milhares e mais que milhares de milhas de avião, encontrei-o numa velhice prematura.
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    Na sexta-feira encontrei-me com o Oliveira, no Hotel Montien, falamos horas seguidas e recordamos o tempo de ouro da Embaixada de Portugal em Banguecoque e de quando na missão diplomática havia vida, intensa e se faziam “coisas”, na gerência do Embaixador Mello Gouveia.
    -
    Entre a conversa perguntei-lhe se tinha tido conhecimento que o nosso velho amigo Embaixador Mello Gouveia ter sido operado ao coração.

    Não sabia.

    Pois eu igualmente e só há umas duas semanas, alguém me tinha informado da cirurgia.

    Quando tive conhecimento telefonei-lhe de imediato, para a sua residência em Cascais, saber do seu estado de saúde.
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    A ingratidão é coisa que nunca consegui arrumar dentro de mim e precisava de saber como se encontrava o meu velho amigo embaixador!
    - À minha pergunta como seguia de saúde.
    - Estou bem Zé Martins mas ainda em recuperação.
    - E logo a seguir pergunta-me: "então como vão as coisas por aí"?
    - Não sei Senhor Embaixador já não passo na embaixada desde 16 de Janeiro de 2008, nem passarei, tão-pouco na rua "Captain Bush Lane", enquanto aquela casa não for arrumada!
    - E continuei: “Senhor Embaixador vem a Banguecoque para as celebrações dos 500 anos da chegada dos portugueses ao Reino do Sião?
    - Estou velho Zé Martins, na altura com 81 anos...
    - Olhe Senhor Embaixador e eu com 76...
    Depois mais umas palavras (que aqui não divulgo) pedi-lhe: “Senhor Embaixador mande-me, outra vez, aquela planta da “Sala” que o Governo da Tailândia, pelo seu empenho, ofereceu para ser erigida em Lisboa, que não sei aonde ela para, para a inserir no meu blogue.
    - Mando, mando respondeu-me.
    - E terminei: “Sabe Senhor Embaixador, tanto aqui fez na Tailândia, em nome de Portugal e ainda não li nada a seu respeito dos que andam por aqui a “teclar”, descrever a sua obra!
    - Esteja descansado que enquanto eu puder, o seu nome não será esquecido e divulgado.
    - Hipocrisia, hipocrisia, acrescentar a propaganda de cordel Senhor Embaixador...!!!
    -
    Mas antes de terminar a nossa conversa, telefónica, ainda me informou: “Sabes Zé Martins continuo a exercer as minhas funções como Assessor Diplomático da Câmara Municipal de Lisboa”.

    Um abraço Senhor Embaixador e desliguei o telefone.
    José Martins