Tuesday, June 16, 2009

AS CELEBRAÇÕES DOS 500 ANOS DA CHEGADA DOS PORTUGUESES AO REINO DO SIÃO

Hoje de manhã dou com um artigo escrito inserido no http://combustoes.blogspot.com pelas teclas de Miguel Castelo Branco, onde dá conta, do inicio das celebrações, dos 500 anos da chegada dos portugueses à Tailândia, com um jantar oferecido, a jornalistas portugueses (Visão, Diário de Notícias e Lusa), a altos funcionários do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Tailândia, pelos embaixadores de Portugal acreditados em Banguecoque, Maria da Piedade e António de Faria e Maya. O convite partiu do Governo Tailandês.
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Congratulo-me pelo facto de o Governo Tailandês se interessar pela efeméride e o Governo Português até agora “moita calada”, em relação às importantes celebrações do primeiro contacto, diplomático, de António Miranda de Azevedo, em 1511, com o Rei Rama Tibodi II, na velha capital Ayuthaya, de que viria a ser concretizado o primeiro “Tratado de Amizade, Comércio e Navegação” em 1516.
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Inicia-se a era da modernização do Reino do Sião, introduzida pelos portugueses, onde se inclui as artes; o sistema de defesa, que seria longo o conteúdo se nesta peça o inserisse.
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Não é esta a primeira vez que o Governo Tailandês subsidia a vinda de jornalistas portugueses à Tailândia para desenvolverem a história de Portugal na Tailândia.
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Em 1996 (consulado do Embaixador Mesquita de Brito) uma equipa da RTP, chefiada pela realizadora Cristina Antunes, um operador de câmara e um ajudante, permaneceram na Tailândia durante 12 dias.
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Em Banguecoque, dei o apoio logístico à Cristina Antunes, preparei-lhe um dossier histórico e acompanhei a equipa, guiando um “míni-bus” durante 10 dias, aos bairros portugueses que ainda existem pelos nomes; ao “Ban Portuguet”, em Ayuthaya, Sukothai e Lampang por onde onde os portugueses passaram.
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O filme, além de pedagógico, inseria material das belezas da Tailândia. A parte histórica, relativa aos dois países coube-me a mim e a outra parte a uma senhora especialista, em turismo, da Tailândia.
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O documentário ficou uma obra prima e foi-lhe dado o genérico “À Beira do Canal”, cujo canais de Thomburi teriam inspirado a realizadora para initular a obra. Foi-me enviava a cassete de fita magnética e, infelizmente, perdeu-se tão belo documento.
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Um pequeno trecho, chama-me à atenção, abaixo escrito pelo Miguel Castelo Branco que continua imparável em promover-se, desde que aqui chegou, graças a uma bolsa de estudo concedida pela Fundação Calouste Gulbenkian e pelos bons ofícios do Embaixador Lima Pimentel que colocou o Miguel no “píncaros” da lua à referida, acima designada, fundação.
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“Como historiador, foi-me solicitada uma curta entrevista para a TVI, no decurso da qual tentei sintetizar a importância desta relação única nos anais da história diplomática mundial”.
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Ora o Miguel voltou em especialista da história de Portugal na Tailândia, graças aquilo que eu tenho escrito e ter lido os conteúdos nos meus blogues e “website”
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Há uns três anos o Miguel veio a Banguecoque proferir uma palestra (creio na “National Library”) cujo o tema foi a visita de S.M. o Rei Chulalongkorn a Portugal, história que eu desenvolvi, pormenorizadamente em três partes, teria inspirado o Miguel para essa conferência, e publicadas no website: www.aquimaria.com/html/aboutth.html , (nunca, até à altura, tenha lido a visita, de tão ilustre monarca, a Portugal de 22 a 25 de Outubro de 1897), que segundo o que informou Lima Pimentel, à Secretaria de Estado, foi excelentemente desenvolvida e muito apreciada pela assistência.


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O Miguel pouco depois chegado a Banguecoque (só tarde foi apresentar cumprimentos ao embaixador Faria Maya), com uns amigos, viajou até Lopburi, para visitar as ruínas dos palácios do Rei Narai e do seu primeiro-ministro, o grego, Constantino Falcão, que foi casado com a lusa descendente Maria de Pina Guiomar que deixou na Tailândia várias especialidades de doçaria portuguesa, entre estas o fio de ovos conhecido e popularizado com o nome de “Foi tongue”.
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O Miguel, com ele na bagagem e na memória levou o que leu na peça http://aquitailandia.blogspot.com/2007/01/maria-de-guiomar.html
que até foi honesto para mim, que tinha lido o meu trabalho para entender aquilo que os amigos o levaram a visitar.
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De facto eu sempre colaborei com o Miguel, só que ele tem se aproveitado dos meus trabalhos e depois “arma-se” como um historiador e “sabichão” da matéria histórica entre Portugal e o Reino do Sião. Evidentemente que não estou à espera (nem pretendo) que o Miguel se refira ao meu nome porque já sou demasiadamente (as minhas vaidades!!!) conhecido na Tailândia.
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Claro que não é só Miguel que se tem aproveitado, outros igualmente, mas eu quando inseri, nos meus blogues e website a história de Portugal na Tailândia, com centenas de horas perdidas, foi para que todos interessados recolherem aquilo que melhor lhes servisse.
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Os meu blogues são públicos e sem direitos de autor. Antes do Miguel vir para a Tailândia, já com objectivos bem traçados, mantenho as minhas dúvidas, se foi para se enfronhar na história de Portugal na Tailândia (pois esta já foi contada em profundidade nas décadas 30, pelo Cônsul Dr. Joaquim Campos e na oitenta pelo Monsenhor Manuel Teixeira no século passado), ou por outros motivos.
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Nunca tal coisa, em homem, eu tenha visto em procurar promover-se encostado aos poderes e dar-lhe aqueles que já referi, antes em outros artigos, “miminhos”.
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Fico a pensar que o Miguel Castelo Branco tem muito jeito, para fazer de “mensageiro” ( na giria rasca portuguesa "pombo correio") do Poder para dele cativar as simpatias.
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Ora uma vez o Miguel diz bem do Poder, dos amigos em seguida arrasa-os. E, até, capaz de trabalhar na sombra, ignorando o protocolo (português) oficial, como bom malabarista para fazer ajoelhar o Poder a seus pés. Já o conseguiu, em Banguecoque, mas não vou aqui referir-me ao caso da conspiraçãozita.
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Há tempos o Prof. Saldanha, ex-presidente do IPOR em Macau, veio a Banguecoque, proferir uma conferência (não estive presente embora convidado), cujo tema me parece que teria sido o “Ban Portuguet” (velha aldeia dos portugueses em Ayuthaya), onde o Prof. Saldanha visitou, apenas uma vez (2005) onde estive presente e até ficaria a conhecer um estranho caso sobre a localização das ruínas da Igreja de S. Franciso que eu, depois, expliquei o sitio certo.
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Aliás expliquei o local ao embaixador Faria e Maya, em fins de Janeiro de 2008 de quando acompanhado da mais bem classificada historiadora/arqueológa e especialista, sobre a história de Portugal na Tailãndia, a jovem licenciada Rita de Carvalho, que desenvolveu um trabalho de umas centenas de páginas (viveu duas semanas em Ayuthaya) que o embaixador Faria e Maya tem um exemplar, em seu poder, oferecido por mim.
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Para completar o tema da conferência que iria proferir na prestigiosa (a mais antiga de toda a Ásia) instituição de cultura “Siam Society”, faltava ao Prof. Saldanha, o mapa do “Ban Portuguet”, elaborado pelo Dr. Joaquim Campos em (1937?), já publicado por mim num dos meus blogues, mas não dava extraí-lo e necessitava de uma cópia em tamanho original.
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O Miguel telefonou-me, para casa, invocando o desejo do Prof. Saldanha, para lhe fornecer uma cópia e cedi. Há uns dias o Miguel telefonou-me para escrever mais sobre o António, um famoso fotógrafo em Banguecoque no princípio do século passado (suponho ser luso-descendente), escrevi a sua história que desenvolvi, com profundidade, muito bem aceite pelos leitores e viria a publicar em três partes que poderão ser lidas e ver as imagens clicando nos endereço abaixos designados.
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O Miguel, adiantou, pelo telefone e falou-me que conseguia que uma revista, portuguesa, publicasse o meu trabalho, sobre o António etc.etc., e foi dizendo que os blogues não davam. Hoje, depois, declarações, que deu, ontem, para a TVI, precisava que eu metesse mais nabos na "púcara" para depois ele os retirar já cozidos e temperados.
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Isto porque eu nunca tive conhecimento que jornalistas portugueses viriam à Tailândia, e o Miguel, (creio) já sabedor, bem mais necessitava de outras iguarias para apresentar o seu "banquete" de sabedoria.
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Bonito e fazer furor e invejas, entre os seus amigos e inimigos lá pela Lisboa, que o Miguel está mesmo a ser profeta na Tailândia quando aparecer, no horário nobre, da emissão da TVI. no vidro do televisor.
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Há esquecia-me de mencionar que desejava que eu o levasse ao cemitério de Nakon Pathon, para onde as ossadas dos luso-descendentes, foram transferidas, dos cemitérios profanados, pela Igreja Católica na Tailândia, da Silom Road e do Bairro de Santa Cruz.
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Eu não preciso, para viver (incluo os esquemas e os golpes), de os meus artigos sejam publicados em revistas porque estas e jornais já se têm servido do que tenho escrito há muitos anos, porque eu escrevo e investigo história de Portugal na Tailândia não em procura de promoção, espojar-me aos pés, do fantasioso, Poder, em procura de promoção ou dinheiro, mas pelo prazer que me dá!
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Por fim só me resta realçar e de louvar o interesse que o Governo Tailandês teve em promover a história de Portugal no seu Reino e o Governo Português “moita calada”.
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Valha-nos ao menos a hospitalidade e a simpatia dos embaixadores de Portugal oferecerem um “jantarzinho”, aos jornalistas portugueses e outras individualidades, tailandesas e iniciarem-se (segundo o Miguel) as celebrações dos 500 anos da chegada dos portugueses ao antigo Reino do do Sião em 1511.
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Voltarei ao assunto quando outros motivos houverem.
José Martins


6 comments:

Combustões said...

Senhor José Martins
Eu já nem me zango - que coisa é essa ? - com a sua absoluta falta de respeito pelo esforço e trabalho alheios. Já aqui disse e redisse que tudo o que foi feito para o conhecimento da história de Portugal na Tailândia é material importante para novas investigações e até disse - repito-o - que recorro a quaisquer fontes, conquanto idóneas e fundamentadas segundo a metodologia historiográfica. Quando lhe falei no António, sugeri-lhe um trabalho de escopo científico, pois nos seus textos não há uma nota ou referência bibliográgfica que permita citar o autor (LEGÍTIMO) da "descoberta" desse fotógrafo.
Era para bem do Sr. Martins (o seu a seu dono), mas o José Martins interpretou-a (como sempre) como mais uma malfeitoria contra a sua pessoa. Não podemos viver imersos na suspeição - e até no ódio contra tudo o que se movimenta - sob pena de nos auto-exluirmos. É verdade ou mentira que lhe pedi uma, duas, dez vezes que pensasse na publicação em papel dos seus trabalhos ? É verdade ou mentira que me ofereci como eventual corrector do texto final ? Estava a querer "roubar-lhe" material já acessível na net ? Não, estava a respeitá-lo, coisa que o Senhor parece não querer compreender.

Combustões said...

(II)Quanto à conferenciazinha sobre a visita de Rama V a Portugal em 1897, fi-la a partir da documentação do Arquivo Histórico Diplomático, dos jornais da Hemeroteca Municipal e dos jornais e revistas existentes na Biblioteca Nacional. Aliás, de outra forma não o poderia fazer, pois o José Martins parece desprezar indicar as fontes e, como tal, os seus trabalhos carecem de aparelho erudito. Perdoe-me a franqueza, mas nunca fui homem de "habilidades" e sabe tão bem quanto me custou a independência, facto que o José Martins por meia dúzia de vezes teve a honestidade de lavrar a meu respeito. Outra coisa que me confunde é a convicção de que tudo o que existe sobre o Sião está feito. Ora, ao longo dos últimos 16 meses tenho encontrado imensa documentação (de arquivo e biblioteca) que jamais foi citada, comprovando que o ofício de historiador não é uma cantilena que se limita a repeir ad nauseam o que outros escreveram há 50 ou 60 anos. Pode ter a certeza que no livro que preparo há centenas de documentos que jamais leu e espero poder ser de utilidade para todos quantos se interessam pela matéria.
Tudo isto são coisas de somenos quando comparadas com o fundamental do seu ataque (indecente) que hoje uma vez mais me faz. Eu não estou na Tailândia por favor de ninguém. Concorri a uma bolsa, apresentei um projecto (que foi apreciado e tido por interessante) pela Universidade Técnica de Lisboa e, depois, considerado de interesse pela fundação para a qual que tenho trabalhado com a mais absoluta entrega. Da fundação, até me gabam a prontidão com que lhes envio detalhados relatórios sobre a progressão dos trabalhos, coisa rara entre os portugueses. O Senhor José Martins parece estar zangado com a vida e com o mundo, mas sabe que nunca (NUNCA) teve de mim o mais ténue sinal de hostilidade. Aliás, sempre fiz questão em tratá-lo com a máxima deferência, nunca lhe atirei à cara diplomas e outros papéis, pois é da minha natureza e da educação que me deram respeitar as qualidades e trabalho alheios. Fico triste, pois o Senhor, afinal, tem-me como um inimigo. Bem sabia que nas entrelinhas maldosas havia qualquer coisa que eu, estúpido coitado, não conseguia compreender. Afinal, o Senhor José Martins parece ser um pouco como o nosso "pc": quanto pior, melhor. Depreendo que preferiria ver as "comemorações não comemoradas". É assim, infelizmente, a nossa gente. Sempre foi e é essa a nossa sina.
Acho, caro José Martins, que hoje disse tudo o que me pesava na alma, mas aprendo uma coisa: nunca, mas nunca, oferecer os nossos préstimos a pessoas que desconhecem a lealdade. Aliás, lembro-lhe que quando o Senhor quis ir trabalhar para Portugal, ofereci-me para lhe facultar toda a documentação teórico-prática em biblioteconomia, bibliografia necessária ao trabalho que eventualmente o Senhor iria desenvolver numa fundação nortenha. Fi-lo como seu amigo e como bibliotecário encartado que sou. Na vida, em todos os domínios, devemos estar prontos a oferecer aos outros aquilo que lhes podemos dar, sem jamais converter a vida num "negócio" de favores. Espanta-me que me fale em poder, pois eu conheço o serviço público, sirvo o estado desde os 19 anos de idade mas nunca servi pessoas. Não tenho espírito de criado de servir, como também não tenho por hábito morder as mãos amigas que se me estendem. Para seu esclarecimento, envio-lhe na íntegra o texto da minha conferência sobre o Rama V para poder ler e, talvez, pedir-me desculpas pela infame calúnia que teima em repetir.

José Martins said...

Caro Miguel,
Puxa continua a não dar-me tempo que eu revise a peça.

Não faço comentários aos seus dois inseridos que inseriu a cima.

Zangue-se comigo, esteja absolutamente á vontade!

Não vai haver "bengalada" entre nós.
Abraço
José Martins

Rui said...

Exmo Sr. José Martins,

O meu nome é Rui Santos e gostaria de saber o seu endereço de mail para o poder contactar. Já tentei procurar aqui no seu blog mas não consegui encontrar.
O meu mail é rugasantos@gmail.com

Agradeço desde já toda a atenção dispensada,

Melhores Cumprimentos

Rui Santos

Anonymous said...

Exmo Sr. José Martins,

O meu nome é Rui Santos e gostaria de saber o seu endereço de mail para o poder contactar. Já tentei procurar aqui no seu blog mas não consegui encontrar.
O meu mail é rugasantos@gmail.com

Agradeço desde já toda a atenção dispensada,

Melhores Cumprimentos

Rui Santos

José Martins said...

Caro Sr. Rui Santos,
O meu e-mail: josegomes.martins@gmail.com
Melhores cumprimentos
José Martins