Friday, November 02, 2007

REFLEXÃO - DIA DE TODOS OS SANTOS

Um de Novembro, o Dia de Todos os Santos, feriado no mundo católico.
Os mortos não são esquecidos e os vivos visitam os túmulos no cemitérios dos que partiram para a eternidade.
Projectei para este ano visitar os cemitérios cristãos (protestante e católicos) de Banguecoque. Não encontrei aquela afluência de pessoas a limparem os túmulos e vendedeiras de flores à entrada e o usual nos cemitérios de Portugal.
A capital do Reino da Tailândia é ainda uma jovem com 225 anos.
Fundada e erguida no pântano a partir dos anos de 1782.
Dá assim o lugar à segunda capital Ayuthaya (Aiutaá) que viria a cair em Abril de 1767 sob a invasão do exército birmanês.
Banguecoque antes de a capital ser estabelecida reduze-se a pequenas casas de pescadores, erguidas em estacas, junto à margem do rio Chao Prya (Chao Praiá) a linha aquática vertical que desce desde o norte da Tailândia; recebe as águas de vários rios afluentes ao longo do percurso e vai despejá-las no Golfo da Tailândia (ex-Golfo do Sião).

Mas, antes de Banguecoque de ser fundado foi um local estratégico e de controlo dos juncos chineses que vindos do Mar do Sul da China e sul do Golfo da Tailândia nas suas idas e regresso de Ayuthaya onde ali os mercadores permutavam a mercancia.
Na margem direita do grande rio, em Banguecoque e do lado de Thomburi havia mais de dois séculos tinha sido edificado um elegante forte de estilo arquitectónico de defesa, português, onde serviram artilheiros lusos.
Forte que ainda hoje existe com os canhões, da época, entre as ameias, genuinamente portuguesas. Baluarte que não passa despercebido ao turistas quando navega em barcos de porte destinados a turistas; em pequenas embarcações ou mesmo nos barcos expressos que servem para a movimentação, quotidiana, das pessoas das duas margens.
Banguecoque começa praticamente do nada.
General Thaksin que viria a ser o libertador da Tailândia e afastado os invasores birmaneses para lá das fronteiras, embarca, em almadias e juncos o seu povo para as margens do Rio Chao Prya mais ao Sul.
A imponência de Ayuthaya, as ruínas fumegantes das casas e templos budistas, o empório comercial famoso e abundância já relatada pelo nosso Fernão Mendes Pinto fica para trás.
Entre os deslocados está a comunidade lusa-tailandesa que por mais de dois séculos, ordeiramente, se tinham estabelecido numa parcela, significatica, doada por um Rei do Sião. Aumentou com o correr do tempo e atingiu, segundo os relatos de historiadores, umas três mil almas.
Banguecoque é atravessado por uma via fluvial de excelência que toda a fartura que existe no norte, este e oeste chega às suas margens.


Milhares de troncos de madeira de Teca flutuam nas margens do grande rio Chao Praya. (Imagens do final do século XIX e de autor desconhecido)

Um Sião pouco conhecido pelas nações ocidentais. Desde 1511 e de quando os portugueses conheceram o reino e assinado o primeiro "Tratado de Amizade Comércio e Navegação" em 1516, são os únicos ocidentais estabelecidos e a viverem em plena paz no Reino do Sião por cerca de 140 anos.
Paz que viria a ser perturbada de quando os franceses o descobrem sob o conceito das ambições de Luis XIV patrocinado pelo Vaticano.
Assunto que já tratamos por várias vezes neste blogue e em outras publicações.
Outras explicações, históricas, ficarão para depois e vamos, então, ocuparmo-nos do genérico desta peça: "Reflexão - Dia de Todos os Santos".
Nos cemitérios está o arquivo humano e histórico que nos informa e um complemento de valor para os que têm a "tara", como eu (sem habilitações académicas) de se enfronhar na investigação da vida daqueles que passaram no mundo onde nascemos, vivemos ou vegetamos ao sabor da fortuna ou de miséria.
Por anos temos visitado os cemitérios de Banguecoque onde dormem os lusos e seus descendentes.
Fomos recolhendo imagens de nomes e as datas de partida da vida terrena.
Uma romagem sentimental e manter o espírito vivo da minha lusitanidade.
Hoje bem me dá a entender (por razões que não vou aqui revelar) que o ser luso de alma e coração está a perder-se numa época em que tanto se fala na globalização.



Duas tabuletas sinalizam o cemitério protestante na "Charoen Krung". Uma à entrada da pequena travessa que me leva ao local (colocada pelo munícipio de Banguecoque), outra dentro e à entrada do campo dos mortos.

A minha ronda pelos cemitérios de Banguecoque principiou um dia antes do "Dia de Todos os Santos" ou dos Finados.
Principiei por visitar o cemitério protestante, na famosa rua Charoen Krung e a primeira via terreste construída, em meados do século XIX, em Banguecoque.
O campo de descanso e a preservação da memória dos vivos, que muitos a esquecem e preferem viver ao sabor dos acontecimentos do dia-a-dia e pensarem que a morte é para os outros e nunca para eles.
Aquele arquivo, humano, histórico está repleto de gente de várias nacionalidades que com a sua sabedoria e ensinamentos aprendidos nos seus países de orígem e trazidos para o Reino do Sião contribuiram para a edificação de um país moderno e desenvolvido dos dias actuais.
Foi graças à visão de S.M. o Rei Mongkut e seguida por S.M. o Rei Chulalongkorn que para se construir uma nação próspere seria necessário sair dos hábitos feudais de séculos e colocar-se a par das novas tecnologias do mundo ocidental.




O Almirante Bush depois de servir dois Reis do Sião por 40 anos e pelos seus bons serviços a Corte com a sua generosidade, em sua honra, mandou erigir o monumento à direita

Rei Mongkut contratou personalidades estrangeiras para que os seus súbditos de familiarizassem com o sistema administrativo de sua corte, da justiça, de defesa, agricultura e comunicações.
Com a vinda dessas personalidades chegaram aventureiros, representantes de empresas europeias e americanas e os missionários. Todos são bem recebidos e criam a zona comercial, bancária e hoteleira na rua Charoen Kkung. O rio Chao Prya está a dois passos e este o meio de comunicação, internacional, entre o mundo exterior.
O Reino do Sião está virgem, produz muito arroz, especiarias, minérios e florestas de árvores, centenárias, de Teca no centro e terras altas do reino.




Alberto Jucker, fundador de um império comercial e industrial (hoje empresa pública a "Berli Jucker"), de nacionalidade suissa, foi casado com a lusa-descendente Paula Cruz, residente no "Bairro de Santa Cruz" e descendente de uma família residente em Ayuthaya que se refugiou em Bangkok depois da queda em 1767. Alberto Jucker morreu muito jovem e sua esposa Paula Cruz continou a gerir os negócios. Foi uma grande senhora na sua época. Para mais informações recomendamos um clique: www.aquimaria.com/html/forum.html (Paula Cruz)

Tem milhares de elefantes selvagens e outros domesticados que são a força bruta para das florestas removerem os largos troncos de toneladas de peso e largá-los nas margens dos cursos que ao sabor da corrente vai levá-los à margens do Chao Prya em Banguecoque.
Teca a madeira de vida eterna que não morre e nem a "formiga branca" penetra e depois transportada nos barcos a vapor para a Europa, aparelhada por mestres marceneiros irá decorar e mobiliar os salões azuis da nobreza europeia e americana.
A Charoen Krung, aquele espaço comercial de grande relevo, para a época, volta em curto espaço de tempo uma zona da elite.
Os homens estrangeiros, por ali se movimentam usando chapéus de coco, camisas de colarinhos redondos primorosamente engomados e fatos de bom corte. O bigode dava-lhes certa respeitabilidade como aos missonários lhe conferia as barbas comprimidas saida do maxilar inferior.

Banguecoque a partir de 1870 começa a ser ordenado. São construídos hospitais, escolas, edificações no estilo arquitectónico europeu e surgem então as primeiras edificações de grande beleza as chamadas sino/portuguesa. São cópias das já existentes em Macau, em Goa, Damão e Diu e muitas outras possessões africanas e do Brasil.
Mas uma sociedade de raizes étnicas diferente dos usos e costumes dos siameses que quando morrem são cremados nos templos, necessita de espaços para sepultar os seus mortos. S.M. o Rei Mongkut, seguindo os seus predecessores Reis do Sião, sempre respeitaram a permanência das gentes estrangeiras no Sião; os seus costumes e religiões. Os desígnios e a tolerância da religião budista assim o permite.São oferecidos terrenos à comunidade estrangeira para os seus falecidos. Ao norte da Charoen Krung (pouco mais ou menos 700 metros) é oferecida uma vasta parcela de terreno onde ali dividos em vários talhões vão ser implementados os cemitérios: chinês, católico, protestante e ortodoxo. A cerca de 1000 metros e ao sul da zona comercial da Charoen Krung, também numa outras vasta parcela de terreno é destinada aos habitantes estrangeiros que professam o protestantimos.
Numa cidade, mesmo nos estrangeiros, onde a vida era demasiada curta, devido às doenças tropicais e um índice de mortalidade prematura de crianças há a necessidade imperiosa que os mortos sejam sepultados de pronto.
Banguecoque e nos três bairros portugueses, Senhora do Rosário e Imaculada Conceição possuiam, junto à igreja os seus cemitérios. A Feitoria de Portugal teve um e de quando os missionários americanos, chegaram ao Reino do Sião, na década de quarenta do século XIX, se instalaram, graciosamente ou por arrendamento, nos terreno doado a Portugal e oficializado em 1820.
O Cônsul Marcelino Rosa, segundo um documento, dos arquivos de Macau teria sido ali entrerrado. Já o Cônsul Guilherme Ferreira Viana, que morreria afogado no Chao Prya na província de Ayuthaya, segundo o mesmo documento teria sido enterrado no cemitério da Igreja do Rosário, junto à margem do rio Chao Prya e a uns tresentos metros a norte da Embaixada de Portugal.
O Cemitérios, junto à igrejas dos três bairros: Santa Cruz, Imaculada da Conceição e da Senhora do Rosário (excepto o da Imaculana Conceição na área de Samsen) despareceram. A cobiça do espaço fez com que a Igreja Católica profanasse as sepulturas escavando-as e retirando as ossadas. O primeiro a ser "massacrado" foi o da Senhora do Rosário (junto à Embaixada de Portugal em Banguecoque) que não se conhece o espaço que ocupava junto à igreja. A seguir seguiu-se o de Santa Cruz que em 1986 ainda ali se enterrava gente. A jornalista Judite de Sousa, em 1986, esteve lá junto a mim a filmá-lo e uma parte de um programa que realizou em cima das comunidades luso-descendentes na Tailândia e em Malaca. O documentário foi inserido na série dos programas "Portugal sem Fim" que em boa hora a direccção da RTP levou a cabo em várias partes do mundo e onde a comunidade-luso descendente viveu ou vivia ainda.


O Cemitério do Bairro de Santa Cruz estava localizado numa parcela larga de terreno, arborizada, murada e em duzentos anos de existência, os portugueses, foragidos de Ayuthaya e suas famílias foram ali sepultados. Nas minhas habituais peregrinações aos bairros portugueses, um dia verifico que as ossadas tinham sido desenterradas e nas partes laterais do cemitério, foram construídas gavetas em cimento e arrumadas as ossadas. O espaço devoluto, ao centro, foi utilizado para parque de automóveis. Na ocasião como correspondente do semanário a "Tribuna de Macau" escrevi uma peça e enviei-a através do fax (longe ainda estava a internet) ao jornal e foi publicada. Evidentemente que o meu "lamiré" não iria fazer "mossa" alguma ou travar a profanação. Toda ela, assim penso, teria sido a contento das pessoas "gradas" do bairro e a hierarquia da igreja.


O cemitério ainda esteve por ali uns tempos (como parque de carros e gavetas de ossos) e até já não liguei muita importância ao assunto e claro vencido pelo facto da minha voz não ter tido efeito e muito difícil se lutar contra uma hieraquia, religiosa e poderosa com sede no Vaticano. O receio de ser ex-comungado também não me afectava, apesar de ter sido baptizado pelos preceitos da Santa Madre Igreja e um católico praticante até aos meus 20 e poucos anos. Era bonito ir-se à Igreja, assistir à missa ao terço e dar uma piscadela à moçoila que anda debaixo do nosso olho.


Porém um dia vejo uma notícia num matutino de Banguecoque, em caixa de 12x12, com fotografia de uma lusa-descendente, com uma lápide nas mãos a queixar-se ao jornalista que lhe queriam levar as ossadas de seus pais para o novo cemitério na província de Nakhon Phatom. A mulherzinha, já de idade avançada, suplicava que os pais e ela tinham nascido no Bairro de Santa Cruz e seria que ali deveriam ficar para sempre. Como correspondente da Agência Lusa (deixei de o ser em Agosto de 2003), escrevi uma peça e onde nesta afirmava que a presença histórica de Portugal na Tailândia estava em vias de se perder. A mesma peça enviei-a a uma pessoa, amiga (hoje reformada), em Portugal que não viria a gostar das frases que a história de Portugal estava a finar-se. A repreensão era pelo facto que em Ayuthaya estava um marco que assinalava a presença de Portugal na Tailândia. Pedi-lhe desculpa pela minha falta de não ter mencionado o "Bangue Portuguete" e referir que a presença de Portugal estava ali bem vinculada e para sempre.


Bem com o protesto da velha senhora ou sem ele as ossadas foram para Nakhon Pathom e pouco tempo depois dá-se início à construção de um edifício de largas proporções e lateralmente andares onde moram umas largas dezenas de pessoas. Foram plantadas árvores nas partes laterias e parque para carros para os clérigos que ocupam o edifício no terreno onde foi cemitério. Hoje só poucas pessoas e já velhas sabem que alí houve um cemitério e o arquivo humano e histórico do bairro.

Depois do "massacre" do cemitério do Bairro de Sanra Cruz, outro situado na baixa de Banguecoque, na rua Silom e artéria por onde conduzo, praticamente, todos os dias, verifico que certos túmulos, caixas de cimento já se quedavam abertos e os restos das urnas espalhados pelo chão. Comecei a entender que o histórico cemitério da arteira central e famosa iria sofrer massacre semelhante ao de Santa Cruz. Ainda por lá se enterrava mortos e até,depois de lotado, serviriam para um jardim onde as pessoas passeassem por ele. Vi um, desactivado, há mais de 30 anos, de uma janela de um 24º andar, na área do Mont Parnase, em Paris onde passeavam pessoas com crianças. O camartelo e os martelos pneumáticos estiveram actuaram dias e meses para "escavacarem" as centenas de túmulos. O espectáculo chegou a ser macabro de ver os operários retirarem as ossadas e os crâneos das urnas de pessoas que tinham morrido há dezenas de anos.

Depois da entrada do portão de ferro partia a rua pincipal e a pouco mais de uns trinta metros estava o Mausoléu de largas proporções da família ilustre, portuguesa, Luis Xavier. Dentro repousava Celestino Xavier e proeminente figura do Governo da Corte do rei Chulalongkorn (neste blogue foi publicada a história desta família). Ao lado direito os túmulos de dois cônsules de Portugal: Leopoldo Luis Flores e o Dr. Joaquim Campos. À frente numerosas campas de luso-descendente que viveram e trabalharam no Reino do Sião. Diariamente, fui assistindo, impávido, sereno e silencioso e conhecer o que iria acontecer aos túmulos dos dois portugueses que representaram Portugal no Reino do Sião, no príncipio e meados do século XIX.

O cemitério da Rua Silom estava a ficar, totalmente, profanado e poucos túmulos esperavam as pancadas destruioras do camartelo. Dei conhecimento, verbalmente, ao Embaixador Lima Pimentel, no ano de 2004, que viria a enviar uma Nota Verbal à Missão Diplomática da Santa Sé em Banguecoque e perguntar-lhe o que iria ser feito aos túmulos dos dois diplomatas portugueses. Sem estarmos presentes, durante a entrevista havida entre os dois diplomatas, ficou acordado que os dois túmulos iriam ser removidos e cópia fiel de outros seriam edificados no novo Cemitério de Nakhon Pathom.

Fui eu, no final do ano 2004, a pessoa encarregada para assistir à exumação dos dois cônsules de Portugal, à preparação das ossadas e metidas em dois pequenos caixões, de folha e depois soldados. Antes do camartelo entrar em acção, as campas foram bensidas ( com a presença do encarregado de negócios Fernando Jorge Marcos) com água benta. A operação demorou um dia e terminou ao lusco fusco. Porém para satisfazer a minha curiosidade de saber o que seria ali construído depois do espaço ser limpo dos restos mortais, perguntei ao "padre" que ali tinha ido benzer os túmulos. Informou-me uma catedral! Defacto a ideia era excelente só que eu tive dúvidas se de facto o "megalómano" templo iria ali ser edificado.

Bem é que ao lado do Cemitério Católico existe um chinês onde repousam os ossos de umas centenas de chineses e pioneiros na fundação de Banguecoque. Faz face com a rua Silom e um largo espaço, adjacente ao Cemitério Católico. Está ali um "bico de obra" para convencer a filha de pai e mãe que ali dormem em se desfazer do terreno e do jazigo. Já lá vão uns anos bons, cerca de uma dúzia que uma senhora chinesa me confessou: Que alguém tinha abordado a filha para que vendesse aquela parcela. Ela filosoficamente respondeu: "olhe vá perguntar aos pais se eles estão de acordo que eu venda isto. Se lhe disserem que sim eu vendo!"


Estamos a dois meses do ano 2008 e o terreno que foi cemitério está por lá abandonado e até vai dando jeito aos rapazes que nas redondezas trabalham ou vendem nas bancas de rua "bugigangas", jogarem a bola. Nada ainda foi construído no terreno (que vale milhões) e o cemitério chinês ainda por lá está limpinho e a resposta ainda não chegou dos pais da senhora chinesa se pode ou não poder o terreno e o jazigo, onde dormem o sono eterno.




As fotografias publicadas nesta peça são do autor e imagens retiradas dos túmulos no Cemitério da Santa Sé, no "Dia de Todos os Santos". Nomes de Portuguese e lusos-descendentes que morreram em Banguecoque, sepultados nos cemitérios dos bairros lusos e foram translados para "Nakhon Pathom". Com tempo voltaremos ao assunto.
José Martins

3 comments :

  1. Carissimo amigo Jose Martins ...
    Fico muito impresionada pelo interessante informe dos Cimenterios, pois gosto muito de investigar o tema da morte eo porque das sepulturas. E sinto, aquando vou a Portugal todos os anos que meus fantasmas ancestrais atraman-me nesse lugar e quando visito os cementerios das aldeias fico espantada de pracer e parece-me que os mortos me falam. Agora, ao ver tua pagina voltei a revever essa sensaçao, entanto estou no outro margen do grande Oceano Atlantico. Sinceiramente tuas palabras conmovem meu coraçao de minhota-argentina e adoro que tua cabeça continue a dar boas frutos. Beijinhos Hilary

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  2. Carissimo amigo Jose Martins ...
    Fico muito impresionada pelo interessante informe dos Cimenterios, pois gosto muito de investigar o tema da morte eo porque das sepulturas. E sinto, aquando vou a Portugal todos os anos que meus fantasmas ancestrais atraman-me nesse lugar e quando visito os cementerios das aldeias fico espantada de pracer e parece-me que os mortos me falam. Agora, ao ver tua pagina voltei a revever essa sensaçao, entanto estou no outro margen do grande Oceano Atlantico. Sinceiramente tuas palabras conmovem meu coraçao de minhota-argentina e adoro que tua cabeça continue a dar boas frutos. Beijinhos Hilary

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  3. Hilary,
    Ó minha querida julguei que te tinha perdido, mas voltei achar-te!

    Diz-me como tens passado... Há tanto tempo que não falamos... Quero saber coisas de ti!

    Um beijo de amizade do teu sempre amigo
    José Martins

    P.S. Obrigado por leres os meus artigos. Tens escrito algo?

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