É, uma satisfação enorme, para os pais que vêm um filho ou filha atingir suas
licenciaturas e preparados para a vida futura.
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Minha filha Maria Martins, aos 23 anos, obteve hoje a licenciatura, pela prestigiosa Universidade de Chulalongkorn em Banguecoque em “Novas Tecnologias de Comunicação” , em língua inglesa.
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Foi a primeira lusa tailandesa, em toda a história de Portugal na Tailândia, de quase 500 anos, obter este diploma.
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Foi a primeira lusa tailandesa, em toda a história de Portugal na Tailândia, de quase 500 anos, obter este diploma.
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A cerimónia de entrega de diplomas foi presidida
pela Princesa Real Sua Alteza a Princesa Maha Chakri Sirondhorn, na referida universidade, que neste momento ainda está a decorrer no Salão Nobre com grande pompa.
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Maria Martins, começou a sua educação aos 5 anos de idade em infantário, aos 7 foi matriculada na “International Community School” de Banguecoque, terminando os seus estudos secundários aos 18 anos, sen
do nesta altura matriculada no primeiro curso, em toda a história da Universidade de Chulalongkorn, em língua inglesa, sendo seleccionada, entre 3.000 candidadtos, para 90 vagas, classificando-se em 43 lugar.
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Durante os quatro anos de falculdade nunca perdeu uma disciplina. Nunca perdeu o sentido de gostar de Portugal e por anos seguidos, durante as festas de escola envergou um traje de minhota (ganhou dois prémios pelo vestido mais bonito) e apresentou-se sempre com a bandeira portuguesa na inauguração das festa.
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Em 1990, nas mesma universidade onde hoje obteve a sua licenciatura, abriu um cortejo (quando dez reis de gente), vestida de minhota pela mão de uma estudante de português, tailandesa, com o mesmo traje, para a divulgação de línguas estrangeiras.
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Durante a minha permanência neste país, não poderia aqui deixar em branco, que procurei no meu melhor servir Portugal e a Tailândia, contribuindo para a divulgação dos dois velhos aliados, cuja amizade remonta desde 1511. Se fui ou não reconhecido, por quem deveria ser, pouco me interessa nunca esperei pelas “migalhas” da mesa dos outros.
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Mas sinto-me orgulhoso pelo aquilo que haja feito e ainda o muito irei fazer e mais ainda preparei uma filha que fará como Pai o seu melhor para o seguir e contribuir para uma Tailândia moderna e progessiva.
José Martins
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Durante os quatro anos de falculdade nunca perdeu uma disciplina. Nunca perdeu o sentido de gostar de Portugal e por anos seguidos, durante as festas de escola envergou um traje de minhota (ganhou dois prémios pelo vestido mais bonito) e apresentou-se sempre com a bandeira portuguesa na inauguração das festa.
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Em 1990, nas mesma universidade onde hoje obteve a sua licenciatura, abriu um cortejo (quando dez reis de gente), vestida de minhota pela mão de uma estudante de português, tailandesa, com o mesmo traje, para a divulgação de línguas estrangeiras.
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Durante a minha permanência neste país, não poderia aqui deixar em branco, que procurei no meu melhor servir Portugal e a Tailândia, contribuindo para a divulgação dos dois velhos aliados, cuja amizade remonta desde 1511. Se fui ou não reconhecido, por quem deveria ser, pouco me interessa nunca esperei pelas “migalhas” da mesa dos outros.
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Mas sinto-me orgulhoso pelo aquilo que haja feito e ainda o muito irei fazer e mais ainda preparei uma filha que fará como Pai o seu melhor para o seguir e contribuir para uma Tailândia moderna e progessiva.
José Martins
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