Wednesday, August 31, 2016

REINO UNIDO: "NO SILÊNCIO TENTA VENDER A EMBAIXADA EM BANGUECOQUE"


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Embaixada do Reino Unido. Foto: Aey SrirathSomsawat/Facebook
 
A maioria dos expatriados estão familiarizados com a Embaixada Britânica, na rua Wireless em Ploenchit. 

Os edifícios velhos, graciosos, têm sido o cenário para muitos uma festa no jardim britânico e de confraternização ao longo dos anos.
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Agora, os britânicos parecem estar silenciosamente tentando vender a parcela de 23 rai (9 acres) de terra para os desenvolvedores para mais de THB18 biliões (39 bates um euro) por meio de agente da propriedade CBRE tailandesa, Bangkok Post relatou .
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É um grande centro de localização e o preço não é tão surpreendente, pois uma parcela, próxima, foi vendida recentemente para THB1.91 milhões por wah quadrados (43 pés quadrados) por SC de ativos Corporação Plc.

História completa: http://bangkok.coconuts.co/2016/08/30/british-embassy-quietly-trying-sell-their-downtown-home-thb18-billion

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-- © Copyright Coconuts Bangkok 2016-08-30
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À MARGEM: O Reino Unido abre o primeiro consulado (sem termos data exactas) na década cincoenta do século XIX e num terreno, ´nas proximidades da embaixada de Portugal, adquirido às Missões Protestantes Americanas que se instalavam no terrenos do Consulado de Portugal.
O correio da Tailândia é fundado em 1869 e recebe a primeira correspondência do estrangeiro pelo vapor Chao Pya de Singapura. Pouco depois os correios tailandeses instalam-se no consulado do Reino Unido.
Entretando o Governo Siamês (Sião nesta altura) troca o terreno, onde se instalava o Consulado do Reino Unido pelo que hoje possui (incompleto porque já vendeu parte há anos) na baixa banguecoquiana há mais de 100 anos e pretende vendê-lo por uma fortuna e fazer desaparecer  uma relíquia, histórica, da capital tailandesa.
Em 1905 os Correios Gerais da Tailândia que ainda os conheci, igual e ali fui, dezenas vezes, expedir cartas ou encomenda. Situado a cerca de uns 200 metros da embaixada de Portugal em Banguecoque. Actualmente sofreu novas obras e uma obra histórica a relembrar o passado de uma capital com apenas 234 anos.
José Martins - Fotos reiradas do " Royal Siamese Postal Service (The Early Years" de Bonnie Davis)
A embaixada ou consulado do Reino Unido (onde hoje ainda se instala) pouco depois de ser construída e na década doze do século XIX.
José Martins - Fotos reiradas do " Royal Siamese Postal Service (The Early Years" de Bonnie Davis) e da Internet.

"INIMIGO PÚBLICO NÚMERO UM"


Inquérito de Verão: 9 em cada 10 portugueses gostava que deixassem de lhes fazer perguntas para inquéritos

Vítor Elias 30 de Agosto de 2016
Num último grande inquérito de Verão, o IP apurou que 9 em cada 10 portugueses gostava que os jornalistas que lhes fazem inquéritos de Verão nas praias fossem todos para a Síria ou para a Festa do Pontal. A única excepção é Luís Marques Mendes que está sempre ansioso e disponível para dar a sua opinião a jornalistas.

Guterres bem encaminhado para ser secretário-geral da ONU mas ainda pode ser desviado para o Leicester

Mário Botequilha 30 de Agosto de 2016

Os últimos dias de mercado estão a ser extremamente agitados. António Guterres está com pé e meio na ONU mas A Bola avisa que o campeão da liga inglesa entrou na corrida e quer desviá-lo para Leicester. O PS já informou os interessados de que o seu antigo secretário-geral só sai pela cláusula de rescisão de 14 cêntimos + 6 rissóis de leitão

Marcelo reforça soberania nacional das Ilhas Selvagens com entrega de cartões de cidadão às cagarras

Mário Botequilha 30 de Agosto de 2016

O presidente da república foi distribuir afecto pelas Ilhas Selvagens, na Madeira. Marcelo vincou que as Selvagens são território português e distribuiu cartões de cidadão pelas cagarras e osgas. No final da visita, o chefe de estado escreveu “Aqui é Portugal” na concha de um mexilhão.

A Frase



A Caixa Geral de Depósitos já absorveu desde 2002 mais de 8,4 mil milhões de euros de dinheiro dos contribuintes. É muito dinheiro, diz quem não gosta de ter a Caixa nas mãos do Estado. Difícil de discordar. É muito mais do que os 2,5 mil milhões que a Caixa devolveu ao Estado em dividendos no mesmo período. A diferença, cerca de seis mil milhões, é o dobro daquilo que o Estado gasta em segurança pública num ano- ou quase 90% do que gasta em educação.
Bruno Faria Lopes Jornal de Negócios

"ESTADO PORTUGUÊS CONDENADO PELO TRIBUNAL EUROPEU"


Estado condenado por violação da liberdade de expressão




Santana Lopes tinha ganho o caso em Portugal


Em causa um processo que envolvia Pedro Santana Lopes e a revista Visão
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O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem condenou o Estado Português por violação da liberdade de expressão. Em causa está um processo que envolve a revista Visão e Pedro Santana Lopes, no qual a publicação havia sido condenada em Portugal ao pagamento de uma indemnização de 30 mil euros ao antigo primeiro-ministro, devido a um artigo de opinião em que se dizia que este estaria a fazer certas críticas a Marcelo Rebelo de Sousa por estar sob a influência de drogas.
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O Tribunal Europeu condenou agora o Estado ao pagamento de 30 mil euros de multa e de 8,919 euros (por custos e despesas) por considerar que houve violação do Artigo 10 da Convenção, que diz respeito à liberdade de expressão.
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O caso remonta a 7 de outubro de 2004, quando a revista Visão publicou um artigo de opinião de Filipe Luís com o título "O despertar do Presidente". Nesse artigo, recorda agora o jornal Público, o jornalista questionava se o então primeiro-ministro Pedro Santana Lopes não tomaria "drogas" duras pelas críticas que fazia a Marcelo Rebelo de Sousa, então comentador da TVI.
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Em 2010, o Tribunal Cível de Oeiras condenou a revista Visão e o jornalista Filipe Luís ao pagamento de 30 mil euros por danos morais.
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Pedro Santana Lopes afirmou na época à Lusa que a sentença viera "ao encontro da defesa dos interesses de qualquer cidadão ofendido injustificadamente na sua reputação e na sua honra", e acrescentou que "ninguém está impune quando ofende outrem de forma gratuita, trate-se ou não de uma figura pública". O atual provedor da Santa Casa lamentou ainda nunca ter havido um pedido de desculpas por parte do jornalista e da revista.
Esta decisão condenatória veio a ser confirmada pelo Tribunal da Relação de Lisboa (21 de junho de 2011) e pelo Supremo Tribunal de Justiça (14 de fevereiro de 2012).
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A empresa de comunicação social não se conformou e recorreu para o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, que hoje considerou, por unanimidade, que houve violação da liberdade de expressão.

"LA TRAMA DEL FUEGO E SEUS MUCHACHOS"




CORRUPCIÓN

La trama del fuego: la Udef detiene al ex director general de Interior

Más de 20 empresarios y altos cargos detenidos del 'cártel del fuego'
La Policía Nacional ha practicado más de 20 detenciones y varios registros en Valencia y en otras provincias españolas derivadas de la causa que provocó la detención del ex conseller de Gobernación y Justicia y ex delegado del Gobierno en la Comunidad Valenciana, Serafín Castellano, por presuntos favores a la empresa Avialsa, con cuyo presidente coincidió en cacerías, y a la que se le adjudicó contratos para la extinción de incendios. La operación la coordina el Juzgado de Instrucción número 2 de Sagunto (Valencia), encargado de este procedimiento, que continua secreto.
Según ha podido saber EL MUNDO, en la operación, los agentes de la Udef habrían arrestado a más de 20 personas entre altos cargos y empresarios de varias regiones relacionadas con el cártel del fuego en cuya orbita se situaría Castellano. Además, se habría producido el registro de varias dependencias del Departamento de Bomberos de la Generalitat Catalana. En concreto, los agentes están registrando desde media mañana el edificio de los Bomberos de la Región Metropolitana Sur de Barcelona, en Sant Boi de Llobregat, y una oficina de la central de los Bomberos en Bellaterra.
Según esta información, la actuación judicial incluye un registro en la sede de la empresa Inaer, la empresa que suministra los helicópteros de la Generalitat Valenciana. Según su página web, Inaer es la compañía líder en España en servicios de emergencia aérea y mantenimiento de aeronaves, especializada en operaciones de vital importancia como emergencia médica, protección civil, búsqueda y rescate en mar y montaña, vigilancia de costas y pesquera, lucha contra incendios, entrenamiento y mantenimiento de aeronaves. Inaer estaría vinculada a las empresas que supuestamente pactaban los precios de adjudicaciones para influir en los precios.
Según una nota difundida por el Tribunal Superior de Justicia de la Comunidad, el Juzgado de Instrucción 2 de Sagunto ha coordinado hoy un dispositivo policial de ámbito nacional en el marco de las diligencias que se siguen por un presunto amaño de contratos públicos relacionados con empresas del sector aéreo dedicadas a la extinción de incendios forestales


La operación policial desarrollada este miércoles por el Grupo 24 de la UDEF, se ha saldado con la detención por orden del juez instructor, de dos personas. Una de ellas es un ex alto cargo de la Generalitat Valenciana, según diversas fuentes, Pedro Hidalgo, ex director general de Interior. Hidalgo lleva años retirado de la vida política pero fue uno de los hombres de confianza de Castellano. Según los datos recopilados por esta redacción, Hidalgo permanece a estas horas detenido en los calabozos y la Policía podría agotar los plazos legales para ponerlo a disposición del juzgado. El otro arrestado es un alto cargo de la Generalitat de Cataluña. Aún no han pasado a disposición judicial. También hay cargos del departamento de bomberos custodiados por la Policía.
La Policía, además ha detenido a una veintena de personas y ha practicado 20 registros en empresas y viviendas. Además de la Comunidad Valenciana y Cataluña, la operación (detenciones y registros) se ha desarrollado de forma simultánea en Andalucía, Baleares, Castilla La Mancha y Extremadura.
Hasta este momento hay más de 30 personas y 20 empresas investigadas por amañar, supuestamente, concursos públicos de ámbito autonómico, nacional e internacional (Italia y Portugal).
La causa, que sigue secreta, está abierta por organización criminal, alteración del precio en concurso público, falsedad mercantil, prevaricación, cohecho, malversación, falsedad en documento público y negociación fraudulenta a funcionario público.

La caída de Castellano

A finales de mayo de 2015, la Policía detuvo a Castellano, cuando ocupaba el cargo de delegado del Gobierno, en una operación coordinada por la Fiscalía Anticorrupción de Valencia. Así mismo, la jornada se saldó con otros nueve arrestados más, entre ellos, el empresario Vicente Huerta, propietario de Avialsa. Otro de los arrestados fue el entonces alcalde de Quartell Francisco Huguet (PP), también empleado de Avialsa, por supuestamente haber entregado dinero al exconseller para ir de caza; y un exconcejal del PP en esta localidad, Emilio Máñez. Otro detenido fue José Miguel Taroncher, quien recibió adjudicaciones de Castellano en las Consellerias de Sanidad y Gobernación. También se practicaron diferentes registros tanto en el domicilio de Castellano como en la sede de la conselleria o de esta mercantil. Todos ellos quedaron en libertad provisional.
En ese momento, el juzgado abrió una causa por presuntos delitos de malversación, prevaricación y blanqueo de capitales, entre otros, que estaba declarada secreta. El ministerio público llevaba investigando desde el mes de octubre de 2014 contratos adjudicados a Avialsa por parte de Castellano entre los años 2008 y 2010 para la extinción de incendios forestales por un importe de más de 33 millones de euros.

Denuncia del ex gerente

La Fiscalía abrió esta investigación a raíz de una denuncia interpuesta por el ex gerente de Avialsa, Francisco Alandí, en la que se aludía a supuestos regalos efectuados por Huerta a Castellano relacionados con cacerías de patos y perdices; y, por otro, a gestiones del exconseller para favorecer al directivo.
Esta causa dio lugar a la apertura de una investigación también por diferentes actuaciones urbanísticas y otros contratos más allá de Avialsa que se extenderían a todo el territorio nacional y otras empresas del sector. Estas últimas pesquisas son las que han provocado las nuevas detenciones y registros realizados este miércoles, 13 de enero, ha podido saber Europa Press. Junto a esta pieza, el mismo juzgado de Valencia investiga una querella interpuesta por Avialsa contra Francisco Alandí por estafa.

Tuesday, August 30, 2016

CABO VERDE CENTRO COMUM DE VISTO: "SUSPEITA DE FRAUDE"


Suspeitas de fraude em vistos portugueses em Cabo Verde 

Negócios | jng@negocios.pt | 30 Agosto 2016, 09:11

Suspeitas de fraude em vistos portugueses em Cabo Verde
Bloomberg / Reuters / Getty Images

O Público escreve hoje que o Ministério Público está a investigar a possibilidade de estarem a ser usados vistos portugueses falsos em Cabo Verde.
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O juiz Carlos Alexandre, procurador e inspectores da Polícia Judiciária já fizeram buscas e ouviram pessoas na Ilha de Santiago, apreendendo vários documentos. Portugal poderá ser a porta de entrada para imigrantes ilegais, que depois seguem para outros países da União Europeia.

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Segundo o diário, o Ministério Público está a investigar o Centro Comum de Vistos em Cabo Verde devido a suspeitas de existência de um esquema de emissão fraudulenta de vistos de entrada em Portugal. O Público nota que a notícia foi dada pela imprensa cabo-verdiana. A gestão do Centro Comum de Vistos é da responsabilidade do encarregado da secção consular da embaixada de Portugal na Cidade da Praia.

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"Na diligência, que decorreu com conhecimento das autoridades judiciárias de Cabo Verde, participaram um juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal, um magistrado do DCIAP e três inspectores da Polícia Judiciária", explica a PGR ao Público. 

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"Na mesma ocasião, em cumprimento de carta rogatória e ao abrigo da cooperação judiciária internacional, foram realizadas buscas domiciliárias. Em causa estão factos relacionados com a atribuição de vistos no Centro Comum de Vistos, investigando-se suspeitas da prática de crimes de corrupção passiva e auxílio à emigração ilegal."

MP investiga esquema de fraude na emissão de vistos



Autoridades portuguesas já fizeram buscas no Centro Comum de Vistos e na Embaixada de Portugal em Cabo Verde
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O Ministério Público está a investigar um alegado esquema fraudulento na emissão de vistos em Cabo Verde. De acordo com o jornal cabo-verdiano A Nação, o Centro Comum de Vistos (CCV) e a Embaixada de Portugal em Cabo Verde foram alvo de buscas.
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A Procuradoria-Geral da República confirmou ao Público a realização de buscas e audições e concretizou que estas foram realizadas por um juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal, um magistrado do DCIAP e três inspetores da Polícia Judiciária.
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"Na mesma ocasião, em cumprimento de carta rogatória e ao abrigo da cooperação judiciária internacional, foram realizadas buscas domiciliárias. Em causa estão factos relacionados com a atribuição de vistos no Centro Comum de Vistos, investigando-se suspeitas da prática de crimes de corrupção passiva e auxílio à emigração ilegal", acrescenta a PGR no comunicado citado pelo Público.
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Segundo o A Nação, há quem aceite pagar 500 mil escudos por um visto ilegal para entrar em Portugal apenas para evitar uma nega ou não ter de passar horas numa fila.

"O CARTEL DE FOGO"

“Cartel de fogo” espanhol tinha um colaborador em Portugal


De um nosso leitor: " Cartel de fogo” espanhol tinha um colaborador em Portugal - Renascença Era interessante sabermos  quem era esse colaborador ( facilitador ? ) em Portugal e quais as suas ligações. E qual o âmbito da sua colaboração...   Ou ficará para sempre em segredo de justiça? Curiosamente a "nossa" comunicação social sempre tão ávida de noticiar sobre os fogos, nunca se interessou por acompanhar e divulgar esta investigação que decorre há cerca de dois anos no país vizinho.
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29 ago, 2016 - 18:36
Empresas combinavam preços para concorrer e influenciar o resultado dos procedimentos e contava com uma rede internacional para obter informação confidencial.
Um grupo que está a ser investigado em Espanha por alegadamente fazer cartelização de preços e influenciar contratos de combate a fogos florestais tinha um elemento a trabalhar em Portugal. 
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Os detalhes da actividade deste grupo, que estendia os seus tentáculos a Espanha, França, Itália e Portugal, foram divulgados esta segunda-feira pelo jornal “El Mundo”
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O "cartel de fogo" combinava preços para concorrer e influenciar o resultado dos procedimentos e contava com uma rede internacional de colaboradores para obter informação confidencial acerca dos concursos. No centro do escândalo está a empresa Avialsa, depois de um seu ex-trabalhador ter denunciado o caso às autoridades em finais de 2014.
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Só em Espanha, este esquema resultou em negócios de mais de 100 milhões de euros. 
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Em Portugal, durante anos, as empresas envolvidas concorreram em consórcios que acordavam o aluguer de aviões. Mais tarde, as receitas eram divididas. 
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O "coordenador de influência" português, como lhe chama o “El Mundo”, pago pela empresa-mãe, tinha uma rede de contactos com as instituições de Portugal para assegurar as adjudicações. Encarregava-se de manter reuniões com responsáveis para que as ofertas estivessem próximas dos preços de licitação. 
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O Estado português gastou 3,8 milhões de euros na adjudicação deste tipo de contratos, escreve o jornal espanhol. 
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Em Espanha, há oito comunidades autónomas implicadas. Além da Avialsa, pelo menos mais seis empresas estão envolvidas no escândalo.

Muitíssimo bem explicado.



São 10´ muito esclarecedores que vale a pena ouvir até ao fim. De vez em quando aparece um "cromo" destes que consegue explicar de uma forma simples aquilo que uma série de "bem pagos" passam a vida a tentar complicar para ver se a gente não percebe!!!!! 
Muito BOM!
Para o vídeo clique AQUI

Sena Santos Opinião

O país de riscos precisa de cultura de prevenção

Em 18 de agosto de 1756 Rousseau enviou a Voltaire o que ficou conhecido como Carta sobre a Providência. Continha os argumentos de contestação de Rousseau às ideias que Voltaire tinha colocado no Poema sobre o Desastre de Lisboa. Na origem da polémica entre os dois filósofos, discussão que depois foi alargada, esteve o terramoto e o maremoto que meses antes, em 1 de novembro de 1755, tinha devastado a cidade de Lisboa.
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Se Deus é omnipotente e bondoso, que diabo o levou a deixar que Lisboa fosse sujeita a uma chacina assim terrível, é, genericamente, a questão suscitada no poema de Voltaire, tendo em fundo a recusa do otimismo filosófico que marcava aquele tempo e que Leibniz tinha teorizado. Responde-lhe Rousseau, desmontando a questão da responsabilidade de Deus: não foi ele quem colocou as pessoas e as casas nos lugares de risco de Lisboa.
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Em suma: Rousseau subtrai ao domínio da metafísica e do divino a culpa pela tragédia no terramoto de Lisboa e transporta-a para o epicentro dos territórios da ética e da política. Na prática, Rousseau remete a questão para a consciência da responsabilidade da sociedade. A questão está nas escolhas públicas, nas decisões que são ou não são tomadas.
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É assim que continuamos 260 anos depois. Os terramotos na espinha dorsal de Itália avivam-nos a lembrança de que Portugal é um mosaico de fragilidades e que também tem, designadamente na área de Lisboa, em porções do Algarve e em ilhas dos Açores, exposição ao risco sísmico que deve obrigar-nos a fazer o que pode ser feito para prevenir a desgraça.
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O Japão, a Califórnia e até o Chile já nos têm mostrado que uma aldeia, uma vila ou uma cidade não têm de ficar pulverizadas sempre que a terra treme com mais força.
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Em Itália, nestes dias, também ficou à vista como é valioso preparar os edifícios para o risco sísmico. Em Amatrice como em Pescara del Tronto, as ruínas das casas estão a deixar a descoberto a fragilidade das suas paredes. Já estão a ser detetadas múltiplas falhas estruturais naquelas casas que ruíram. 
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Eram quase todas casas antigas da Itália que parece mesmo eterna e que tinham sido modificadas e ampliadas nos tempos modernos. Em vários casos a estrutura terá ficado demasiado pesada para as débeis paredes de suporte. Há dúvidas sobre os materiais usados nas ampliações, classificadas de beneficiações mas feitas sem estudo de sustentação.
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Logo ao lado de Amatrice e de Pescara del Tronto, no mesmo território sísmico, está Norcia. Apesar de estar a apenas 17 quilómetros do epicentro, em Norcia o terramoto não levou nenhuma vida, enquanto nas terras vizinhas os mortos são quase 300. 
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Não foi milagre, há um pormenor decisivo: é que em Norcia, após a evidência de alto risco com crises sísmicas em 1979 e em 1997, foi decidido dar prioridade ao esforço máximo pela segurança do território local. 
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Passou por investir no estudo do solo onde estão os alicerces de cada casa, análise de cada construção e ter a coragem de assumir que o que tinha risco ia para reconstrução com modelos anti-sísmicos. Isso implicou a coragem política de desviar dinheiros que faltaram em outras necessidades. Mas, verifica-se, garantiu salvar vidas.
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Renzo Piano, lenda da arquitetura contemporânea italiana, ocupa-se há 40 anos da arquitetura e engenharia dos edifícios. Já várias vezes denunciou que "somos herdeiros, indignos, do grande património que herdámos, indignos porque não o protegemos". Insiste que "perante as catástrofes não podemos atirar culpas para o destino e a fatalidade, mas para nós que não ouvimos os alertas". 
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Piano defende há muito um audaz e consistente plano de reabilitação quer das degradadas periferias das cidades italianas quer das zonas de risco sísmico. Renzo Piano foi das primeiras pessoas a quem o primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, falou quando começou a tratar as tarefas de reconstrução das zonas de desastre. 
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A conversa, no último domingo, prolongou-se por quatro horas. Piano colocou uma exigência: não fazer remendos, tratar de raiz, como deve ser. Com diagnósticos exigentes como os da medicina, com, por exemplo, a termografia a permitir saber do estado da saúde das paredes. E intervenções de micro-cirurgia para as urgências imediatas em edifícios. Com a noção de que o dinheiro gasto, e será muito, é investimento que gera riqueza: salva vidas humanas e dá trabalho a tanta gente.
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Falta-nos informação sobre o estado destas coisas em Portugal. Uma responsável pela área de sismos na Ordem dos Arquitetos alertou para motivos de preocupação, em particular com as obras de reabilitação que proliferam em cidades como Lisboa. O governo, através do ministro do Ambiente, respondeu que esta é uma matéria que está em estudo, designadamente o regulamento sobre resistência dos edifícios. É preciso.
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Em Portugal há grandes melhorias, nos últimos 20 anos, no que tem a ver com segurança e proteção civil. Isso ficou evidenciado no começo deste mês no Festival Andanças, junto a Castelo de Vide. Estavam reunidos milhares de participantes e um incêndio propagou-se em cascata no parque automóvel, fazendo arder 422 carros. Os carros ficaram perdidos mas a segurança foi garantida com eficácia de modo a que nenhuma vida ficasse em risco.
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Precisamos dessa determinação em todos os domínios. A prescrição anti-sísmica é devidamente regulamentada e verificada? Será que cada edifício pode ter, sem burocracias, um bilhete de identidade que nos diga sobre a sua segurança, incluindo a certificação anti-sísmica?
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Seria bom termos respostas a questões como estas e muitas mais colocadas pelos peritos. O físico e sismólogo Charles Richter, introdutor da escala de medição dos sismos a quem dá o nome, deixou o alerta: "O que causa maior número de mortos não é o terramoto mas as construções feitas pelo homem". Sabemos que a prevenção custa muito dinheiro, mas custa muito menos que a intervenção em fase amarga e trágica depois da catástrofe.
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As catástrofes naturais são inevitáveis. Os seus efeitos, podem ser atenuados. As lições dos desastres, lastimavelmente, depois do recorrente reality show da dor com a vida e a morte em direto, caem depressa no esquecimento.
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TAMBÉM A TER EM CONTA:
António Guterres lidera, de modo constante, a corrida para a eleição do secretário-geral da ONU. Será que a chave decisiva está, como admite o The Guardian, na negociação do voto russo? Há sinais de que a reunião ministerial, em Moscovo, de Augusto Santos Silva com Lavrov deixou portas abertas. O voto de Angola também é crucial para a seleção pelos 15 membros do Conselho de Segurança.
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Espanha está em ponto morto político à espera de um acordo para governo desde as eleições de 20 de dezembro do ano passado. Rajoy volta esta tarde a tentar passar no parlamento, mas a falta de seis votos anuncia novo fracasso aritmético. Será que os espanhóis vão voltar a eleições, as terceiras, já apontadas para o Natal? Será que as eleições regionais de 25 de setembro na Galiza e no País Basco vão ajudar a negociação de compromissos para o governo do Reino de Espanha?
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Duas primeiras páginas escolhidas hoje no SAPO JORNAIS, esta do Estadão e esta do Correio Braziliense. Fica uma pergunta: como é que os historiadores, num futuro próximo, vão definir o que fica hoje decidido no Senado de Brasília?

"SELFIE- MANIA PRODUZ TRAGÉDIAS!"

Menina de doze anos no dia de folga da escola cai para a sua morte numa cachoeira
 
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Image: Sanook
 
Phetchabun: - Um passeio em família se transformou em tragédia na segunda-feira, quando uma menina de doze anos de idade caiu para sua morte, tirando um selfie em cima de uma cachoeira em Phetchabun.
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Pornnipha Mahapho de 12 anos de idade do distrito de Daeng Nhon não tinha ido à escola por causa de fortes chuvas. Em vez de escola, um jovem Wichaporn Param, de 23 anos, de Buriram e de visita a sua família sugeriu uma tarde. de diversão, nas quedas de água  de Lat Kha, relatou Sanook.
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A viagem se transformou-se em tragédia quando a estudante da classe 6 Ban Klan , escorregou ao tomar um selfie e caiu sete metros em cima de um penhasco.

Foi transportada ao Hospital Wang Pong, mas morreu de ferimentos graves.
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A polícia de Wang Pong investiga o incidente.
Source: Sanook
 
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-- © Copyright Thai Visa News 2016-08-30

ASSUNÇÃO CRISTAS: "CEGUEIRA IDEOLÓGICA"


Assunção Cristas acusa Governo de “cegueira ideológica” por querer cobrar IMI à Igreja

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Os responsáveis da Igreja dizem que não querem "qualquer privilégio" do Estado e que apenas se cumpra o que está na Concordata. Líder do CDS sugere tributação do património dos partidos políticos.

OCTÁVIO PASSOS/LUSA

"NÃO É DUBAI....MAS EM BANGUECOQUE - TAILÂNDIA!"

O edifício mais alto da Tailândia MahaNakhon brilha no céu Bangkok com espectáculo de luz dramática (FOTOS)

By Coconuts Bangkok August 30, 2016 / 11:26 ICT

Photo: Courtesy of PACE Development
MahaNakhon comemorou sua conclusão e ganhou título como o edifício mais alto da Tailândia na noite passada, iluminando a área empresarial de Banguecoque, com um show de luz majestoso na hora de ponta (ao cair da noite) de segunda-feira.
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MahaNakhon, localizado em Silom, estende-se
315 metros no céu de Banguecoque.
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Rotula-se  como uma "torre de luxo de uso misto", com seus 77 andares destinado a condommínio para inquilinos ilustres e Hotel Ritz-Carlton, Bangkok, com lojas de venda de artigos de super de luxo, restaurantes, L'Atelier de Joël Robuchon e Morimoto. Sua plataforma de observação oferece 360 graus vistas panorâmicas de Banguecoque, e será aberto em breve.
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No entanto, MahaNakhon não pode ter o seu estatuto da torre mais alta da Tailândia, por muito tempo, como a Rama IX Torre Super que vai ultrapassaa a altura  da MahaNakhon que ficará nos
615 metros. A Torre Super deverá tornar-se a torre mais alta no Sudeste Asiático quando for concluída em 2021.
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Até então, aqui estão as luzes bonitas de MahaNakhon.

CALDUÇO

O empecilho

por Henrique Monte
iro, em 23.08.16

Reportagem: Pouca-terra, pouco-espaço, o comboio do Douro·



 Recebido de um leitor, sua opinião e o artigo a seguir de Carlos Cipriano.

Aqui vai um artigo retirado do Público on-line, que relata com rigor o mal que as diversas gestões da CP (provenientes do sector privado,convém não esquecer) fizeram à linha do caminho de ferro do Douro, matando o seu potencial de investimento  turístico, sem visão de espécie alguma - embora algumas cabeças inteligentes, como o Mário Ferreira da Douro Azul já tivessem alertado para essa situação e o seu potencial. Mas, as tais gestões indicadas e ali colocadas pelos governos PS, PSD e CDS, tão responsáveis como os tais gestores, nada fizeram para impedir o descalabro a que se chegou ali, naquela linha de comboio, do Douro. Uma pena. lamentável. Gritante!
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Os comboios no Douro e os erros da CP, pública (gerida por gente que veio do sector privado)
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ANÁLISE
Os erros da CP na linha do Douro que a farão perder 29 mil passageiros
CARLOS CIPRIANO
28/08/2016 - 23:19
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Fixação da CP por comboios com ar condicionado, demolição de material circulante, atrasos na electrificação de linhas e crescimento de procura explicam porque empresa falhou. 
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Reportagem: Pouca-terra, pouco-espaço, o comboio do Douro·
A polémica em torno da debilidade da oferta da CPO na Linha do Douro, com os operadores turísticos a zangarem-se com a CP pelo mau serviço prestado e optarem pelo serviço rodoviário é o corolário de um processo de anos no qual todas as decisões se revelaram erradas. 
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O aviso já fora dado em Dezembro de 2012 por Mário Ferreira, da Douro Azul, que acusava a transportadora pública de ser incapaz de responder aos pedidos de comboios especiais e de carruagens extra nos picos de movimento turístico, e agora foi a vez da Barcadouro, Rota do Douro e Tomaz do Douro, que anunciaram que passarão a transportar os seus clientes em autocarro. 
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Segundo Matilde Costa, da Barcadouro, serão 29 mil o número de passageiros que desta forma a CP vai perder até ao final de Setembro. Esta opção implica o recurso a 600 autocarros. 
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E apesar de ser um pouco mais barata do que o comboio, a empresária prefere, de longe, o modo ferroviário pois é esse, nota, que traz mais satisfação aos turistas que viajam no Douro. Clientes que, no Verão, com o aumento da procura, acabam po pôr a nu a incapacidade de resposta do operador ferroviário. Algo que, na verdade, há muito se adivinhava. 
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Setembro de 2001. Trinta carruagens Schindler que tinham prestado serviço na linha do Douro são rebocadas para o Bombarral onde a empresa de sucatas de Manuel Godinho montara um estaleiro para proceder à sua demolição. A CP, sob a administração de Crisóstomo Teixeira vendera-as por entender que já não precisava delas, apesar deste material ter acabado de sofrer uma revisão de meia vida que as preparara para durar mais alguns anos. As Schindler, com a sua cor vermelha, faziam parte da paisagem ferroviária do Douro. 
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Tinha sido importadas da Suíça nos anos 50 do século passado e caracterizavam-se pelas suas janelas amplas que permitiam apreciar a paisagem. Algumas carruagens dessa série ainda hoje circulam nos caminhos-de- ferro suíços.A CP sempre programou oferta a pensar na população local, ignorando a procura turística crescente, que se acentuou na última década. 
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A política de vender ou mandar para a sucata carruagens e automotoras da CP foi seguida ao longo de 15 anos pelas administrações seguintes, lideradas por Martins de Brito, António Ramalho, Cardoso dos Reis, José Benoliel e Manuel Queiró, com o aval de sucessivos governos do PS ou do PSD. 
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No fim de contas tratava-se de aliviar custos de manutenção com material que se supunha excedentário, aproveitando-se para obter algumas receitas extra com a sua venda, porque perspectiva-se a electrificação das linhas férreas. O futuro seriam os comboios eléctricos, os quais a CP tem em quantidade suficiente. 
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A pressa em vender material para países como a Argentina, ou em transformá-lo em sucata, foi acompanhada por parte da CP, por uma autêntica ânsia em cobrir toda a sua rede com comboios com ar condicionado, uma valência que os seus comboios a diesel não dispunham. 
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Não era só o conforto dos passageiros que acompanhou a empresa nesse desiderato. O ar condicionado permitia-lhe aumentar os preços dos bilhetes, o que veio a acontecer à medida que nas linhas do Douro, do Minho e do Algarve essa melhoria veio a ser introduzida. 
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Essa fixação pelo ar condicionado levou a empresa a prescindir de automotoras suas e a alugar em 2010 material espanhol à sua congénere Renfe para o pôr a circular na linha do Douro. Cinco anos depois, 15 das automotoras postas de parte eram transformadas em sucata nas oficinas de Contumil, no Porto. 
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Dentro da CP, estas decisões eram consideradas actos de gestão perfeitamente racionais: material que não é usado deve ser abatido ao efectivo e se fica parado durante anos degrada-se, pelo que é lógico que seja vendido ou demolido. 
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Para mais, quando os vários governos juram que a electrificação da rede ferroviária portuguesa irá prosseguir nos seus mandatos (o que depois acabou por não acontecer), gerando a convicção de que as decisões de abate são correctas. 
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Por esta altura já tinham desaparecido do Douro os típicos comboios compostos por máquina e carruagens, substituídos pelas automotoras UTD (Unidades Triplas Diesel), menos confortáveis, mas com a possibilidade de se abrir a janela para melhor apreciar e fotografar a paisagem. 
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É que a via férrea serpenteia ao longo do rio Douro em praticamente todo o seu percurso interior, o que faz com que grande parte das viagens sejam justificadas por motivos turísticos. 600 autocarros “substituem” comboios 
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A CP, porém, sempre programou uma oferta destinada a satisfazer as necessidades de mobilidade da população local, ignorando a procura turística crescente, que se acentuou na última década. 
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Ainda assim, em 2004 a empresa investiu 1 milhão de euros na recuperação de algumas carruagens Schindler que sobreviveram à demolição para com elas criar o então designado Comboio do Vinho do Porto. 
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Mas, três anos depois a composição foi encostada e jaz hoje, degradada, em Contumil. Em Março de 2014, o economista Diogo Castro dizia ao PÚBLICO que esta composição, com janelas largas e excelentes condições panorâmicas era óptima para circular no Douro e que, se a CP quisesse, poderia recorrer a fundos comunitários para a recuperar. A empresa nunca o fez. 
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O também dirigente da APAC (Associação Portuguesa dos Amigos dos Caminhos-de-Ferro) criticava então o “dogma” da CP de não prescindir do ar condicionado, dando o exemplo da Alemanha, Itália e Suíça onde circulam diariamente comboios em que se pode abrir as janelas. 
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No caso da Suíça há comboios turísticos nos Alpes em que os passageiros podem optar por carruagens climatizadas fechadas ou pelas panorâmicas abertas ao exterior para melhor desfrutar da viagem. Tecnicamente, no Douro, nada impede que a CP faça exactamente a mesma coisa, pois pode numa mesma composição atrelar os dois tipos de carruagens.

História
A Linha Ferroviária do Douro, com 203 km entre o Porto e Barca d´Alva, foi concluída em 1887, depois de a engenharia vencer os acidentes naturais do vale através de 26 túneis e 30 pontes. O resultado foi um percurso inesquecível por cenários de impressionante beleza natural.
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O passeio começa na Estação da Régua, em pleno coração da região de origem do Vinho do Porto, onde o comboio chegou pela primeira vez em 1878.
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A viagem prossegue junto da margem do rio até à Estação do Pinhão. É uma das mais bonitas do país, com as suas fachadas decoradas com painéis de azulejos, retratando os trabalhos na vinha e as paisagens da região e um dos principais pontos de romagem dos turistas que visitam esta localidade.
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A Estação do Tua marca o fim do percurso. O seu nome tem origem no afluente que desagua no Douro, entre fraguedos colossais. Daqui é possível continuar uma outra viagem até Mirandela pela Linha do Tua, uma impressionante obra de engenharia, construída em 1887. Para colocar a via que corre a pique sobre fragas altíssimas, a linha foi cortada na rocha à força de dinamite. 
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Das janelas do pequeno comboio, a paisagem é de uma beleza admirável e austera, feita de enormes desfiladeiros que comprimem o leito do rio, algumas dezenas de metros abaixo. Quando a natureza se suaviza é sinal de que se está a chegar ao planalto mirandês e também ao fim da linha.