Thursday, November 12, 2009
TIMOR - MEMÓRIAS DOS TEMPOS IDOS QUE O CORRER DO TEMPO NÃO APAGA...
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É um documento excepcional, e por várias razões.
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As fotos e “slides” vendidas pela “Yorkshire” à “Grande Reportagem” ( que o nosso correspondente viu demoradamente) vão ter tanto impacto em Portugal, como as imagens que passaram em Portugal.
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Comprovando que, na verdade, muitas vezes, uma imagem vale mais que mil palavras... J.R.D.
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P.S. - Nunca mais deixei de seguir o caso de Timor até à sua independência e coleccionando, recortes de jornais do publicado, fotografias do que se foi passando em Banguecoque.
José Martins
Wednesday, November 11, 2009
MEMÓRIAS DE TEMPOS IDOS QUE O TEMPO NÃO CONSEGUE APAGAR
Portugal esteve representado no passado dia 11 Outubro no torneio de golfe, ”BMW Golf Cup International” organizado pela filial, em Banguecoque, da conhecida marca de automóveis, alemã, BMW com a participação de sessenta golfistas, de nacionalidade tailandesa.
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O evento teve lugar a 200 quilómetros, ao oeste, da capital da Tailândia no “Imperial Lake View Hotel & Golf Club”, a uma dezena de quilómetros das e stâncias balneares de Cha Am e Hua Hin.
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A festa final do torneio incluiu um “cocktail”, para cerca de uma centenas de pessoas. Como cenário de fundo, para o beberete, foi escolhido um espaço com coqueiros e outras árvores exóticas, circundando a monumental piscina e, mais para além, o relvado do magnífico campo de golfe, abraçado por altas e onduladas cordilheiras que circundam todo o espaço desportivo e de lazer.
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Pelas 7:30 da tarde deu-se o início ao jantar, numa sala totalmente decorada com motivos portugueses, com as jovens vestidas à minhota à porta a transmitir as boas vindas aos convidados e aperitivos portugueses. No interior, estavam pendurados nas paredes laterais “posters” alusivos a Portugal, bandeirinhas das quinas e toalhas dobradas alternadamente ao comprido das mesas de cores verde e vermelha.
O Embaixador Lima Pimentel fez a entrega dos prémios aos vencedores: Torpong Pongsivapai e Yukol Yigyong Yigyongij (classe Flight A; Plakorn Wanglee, Somchai Ngampimol e Wichai Thanatchasai (classe Flight B) e na classe de senhoras (Flight C) Sawangwong Sattabusya,Ekdarun Srisanit, Weechadchada Yongsuvankun.
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A festa decorreu animadamente, as iguarias, servidas, foram de sabor, genuinamente, português, graças ao livro de culinária, editado na língua inglesa, de Maria Lourdes Modesto e facultado ao chefe de cozinha Thana Boonmawe.
José Martins - 2003
FIGURANTES E FIGURÕES...!!!
Chamou-me à atenção um parágrafo que Nuno Caldeira da Silva publicou no seu blogue http://frombangkok.blogspot.com/ , numa peça relativa à discórdia de momento que existe entre a Tailândia e o Camboja.
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Evidentemente que este blogue não interfere na política deste país, nem faz opiniões, porque nele somos acolhidos há cerca de três décadas.
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Porém no parágrafo, acima referido é que não é só nos quadrantes políticos portugueses que existem figurantes e figurões...
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Há outros “figurões” iguais ao Nuno Caldeira da Silva que se infiltram nas embaixadas, criam a intriga para prejudicarem os que o rodeiam (antigos e funcionários públicos) atingirem o objectivo de não vergarem a “mola” , fazendo turismo, na Tailândia e ganhar uns avantajados trocos à conta da União Europeia.
José Martins
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P.S. Chama-se à atenção do Nuno Caldeira da Silva do “ultraje” que faz a uma figura da realeza, bem querida, colocando-a como cabeça de cartaz do seu blogue http://frombangkok.blogspot.com/ onde sobre a sua face está designado seu nome.
Tuesday, November 10, 2009
PORTUGAL TAMBÉM TEVE O SEU ILUSTRE "MANETA"
ento a gerir a missão diplomática de Portugal em Paris) e, claro está, comento quando tenho bagagem para o fazer. Fui ver a essa magnífica ferramenta informática que é o Ciberdúvidas e confirmei que, na origem da expressão, está a figura do General francês Loison, companheiro de Junot, durante a primeira invasão francesa. Loison, segundo revela Orlando Neves, no seu "Dicionário de Expressões Correntes", havia perdido um braço numa batalha e, em Portugal, "revelou-se um homem de extrema ferocidade e malvadez, que exercia torturas violentas nos presos e foi responsável por várias mortes".
Na memória popular ficou o verso:
"O Jinot (sic) mai-lo Maneta
julgam Portugal já seu:
É do demo que os carregue
e também a quem lho deu."
Outros tempos, em que imagem da França, apesar de dividir sectores da opinião portuguesa, não era a que é hoje. Felizmente.
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Senhor Embaixador,
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Nós também tivemos o nosso “maneta”!
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“.... O Governador Ferreira do Amaral quando foi assassinado, (1849) aventaram a hipótese que o bravo e duro militar, teria sido morto por uma seita chinesa porque lhe tolhia os movimentos de acção na prática do crime de extorsão. Perdeu um braço no Brasil, durante a guerra da independência na Ilha de Taparica. “Maneta”, como a si se identificava, continuou a dar ordens aos seus subordinados, que lutassem, porque ainda tinha outro braço. Foi levado quase à força para o hospital de campanha no brigue Audaz. A amputação foi lhe feita a sangue frio e depois de operado subiu ao convés do Audaz incitando os soldados para não pararem de lutar e dando vivas a Portugal”...
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Saudações de Banguecoque
José Martins
Monday, November 09, 2009
DIZ-ME COM QUEM ANDAS...QUE EU TE DIGO QUEM ÉS!
Consideração
António Martins da Cruz já foi ministro dos Negócios Estrangeiros e muitas coisas mais. Afirmou que "Armando Vara merece-me uma maior Consideração".
António Martins da Cruz não me merece a maior Consideração ... Por quê?
Explicar Proibido.
Em 11/09/2009 04:26:00 2 pauladas
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: Políticos (Pau Para Toda a Obra)
Alguém opinou:
Anônimo disse ...
CONSIDERAÇÃO QUE PODE merecer UMA PESSOA QUE SE SERVIU DA VULGAR Esperteza "saloia", desonestidade, PARA CONSEGUIR UM ACESSO EIVADO DE FRAUDE PARA CONSEGUIR O ACESSO DA SUA FILHA AO CURSO UNIVERSITÁRIO ONDE SE ENCONTRA E DO QUAL FORAM ARREDADOS VÁRIOS CANDIDATOS COM CLASSIFICAÇÃO FINAL MUITO SUPERIOR .
9 de Novembro de 2009 17:07
Jorge Cabral disse ...
Com franqueza Caro João! :)
Desde quando é que neste blog pontuam os moluscos??
Esse tal "da Cruz" não foi o tal que ocasionou uma demissão do então Ministro Lince, por ter interferido "diplomaticamente" não filha da Acesso ao Ensino Superior, granjeando-lhe um direito que não tinha, quando os nossos filhos suavam ", como estopinhas "Para conquistar um lugar nas faculdades públicas?
A gentalha desta não me confrange ouvir Bestialidades como um Refere que nenhum post seu. Ambos são, no mínimo, Invertebrados.
9 de Novembro de 2009 17:18
PRÓS E CONTRAS E BASÍLIO HORTA
ntados, como convidados de honra naquela arena “palratória”:Pedro Silva Pereira – Ministro de Estado e da Presidência
Basílio Horta – Presidente da AICEP
José Pedro Aguiar-Branco – PSD
José Manuel Pureza-Be
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Como é sabido e conhecido o programa da Fátima Campos Ferreira foi chão que nunca deu uvas.
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Termina sem qualquer conclusão e conhecimento de causa a quem a ele assiste, em corpo e alma ou pelo vidro do televisor.
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Falam, os convidados, arremessam “calhaus” uns aos outros e termina o “Prós e Contra” em “águas de bacalhau” .
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Basílio Horta como é óbvio, não dá parte de fraco (já era assim o seu ex-patrão ministro da Economia Manuel Pinho) e, apesar da crise económica, o investimento, estrangeiro, em Portugal teve apenas uns “porcentozitos” de quebra.
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Não foi "manco" a falar!
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E numa certa passagem de seu palavreado diz: “A AICEP está em Singapura e na Malásia”!
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Que a AICEP está em Singapura e um “elefante branco” sei o eu... Mas agora na Malásia é que não...
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Seria o querer referir-se a uma senhora (extremamente ambiciosa e residente) que fornece umas “dicas” a Singapura?
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E, também imperdoável que não tenha referido a Tailândia e onde se deveria localizar a AICEP o centro do Sudeste Asiático e um salto de pardal para o representante se movimentar aos sete países que compõem a península asiática e tentar promover o comércio e o investimento português.
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Basílio Horta lá vai puxando a “brasa” a sardinhas que nunca mais assam e manter a sua AICEP a flutuar num mar imaginário que nunca lançou a âncora em porto seguro.
José Martins
"....SE AGARRAM A CONTACTOS...."
DADOS LANÇADOS q E volta à carga!
É claro que há boa gente na carreira e que, tendo possibilidade de o mostrar, acaba por pairar acima disto e fazer a sua carreira, mas esses não riscam. Quem manda são os que, impossibilitados de singrar por mérito, se arrastam por corredores, ante-câmaras e gabinetes, se agarram a contactos, padrinhos, rabos-de-palha e nomes, e lá vão transformando serviço público na construção da sua carreira pessoal. E a este nível há muita atrocidade interna, porque não chega para todos: só quem rasteja não tropeça.TEXTOS PARA DEBATE - Enviar com endereços válidos para (basta clicar) → notas.verbais@gmail.com . O pedido de anonimato é respeitado. Para publicação é considerada a matéria útil cujo teor suscite esclarecimento no interesse público e não ofenda a honra de terceiros. (In Notas Verbais)
.À MARGEM: .... Claro que há boa gente na carreira que acaba por pairar (como fantasmas) nos claustros das Necessidades atrofiada e pisada sem lhe dar uma oportunidade de mostrar aquilo que vale. Vê-se envolvida numa teia de intriga de maldicências que termina a carreira diplomática como se nela não tivesse passado. As influências e a gente que não tiver, por lá, um amigo do peito ou de partido fica na obscuridade. Com isto a Diplomacia Portuguesa vai ficando pelo caminho da degradação e de "lassidão".
José Martins
Sunday, November 08, 2009
A LASSIDÃO DIPLOMÁTICA
A propósito de China
China. Entusiasmo português a perder-se?
Saturday, November 07, 2009
PARABÉNS AMIGO! – UM FIM DE SEMANA DE ESTALO
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Desde há, quase, dois anos divorciei-me do centro da “Cidade dos Anjos” e quedado na paz, entre o verde, de minha casa junto a um dos eixos, rodoviários, principais em direcção a Singapura (onde a terra, ao sul, acaba e o mar começa, na península Sudoeste Asiático.
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Assistir a um festival de dança latina, teria lá eu alguma ideia que viria presenciar um evento de rara beleza?
Evidentemente que não poderia recusar o convite de uma filha e de mais a honra de fazer fotografia, que me deixa todo vaidoso por que a Maria me achar bom fotógrafo quando desta arte não tenho jeito nenhum, apesar dos esforços que fui fazendo no percurso , longo, das minhas andanças a disparar o botão de máquinas fotográficas, de várias gerações, que fui adquirindo umas novas e, ainda outras, de segunda mão no mercado, onde se vende esta mercadoria, bem coçada, junto a um canal do “Sampeng” (China Town), em Banguecoque.
Um dia antes e dado ao meu metodismo de preparar o material, denunciador e mostrador de imagens, para que estivesse em óptimas condições na noite do festival dança.
O “flash” externo da Nikon F70 “pifou” a lâmpada e terei de enfrentar o primeiro acidente de percurso... Espectáculo absolutamente estragado e uma tristeza, enorme, dentro de mim...
Minha filha Maria Martins durante a actuação do bailado cubano. Surge à frente nas imagens da esquerda e direita.
Fui assim para o festival de máquina fotográfica “zarolha”, com o mal de miopia que me iria deixar as imagens com pouca luz. E ficaram, mesmo, escuras . Mas escuras ou claras as fotografias valeu a pena assistir a um brilhante evento cultural de muita categoria numa das sala do “Hotel Millennium”.
Evidente que encerrei, dentro de mim, uma tristeza profunda, porque Portugal um país do contexto da latinidade, não estava ali representado com um “bailinho”, mesmo que fosse o da Ilha da Madeira, o Vira do Minho ou o sapateado das lezírias do Ribatejo.
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As ilhas do arquipélago dos Açores estão representadas em todos os cinco continente do globo e a casa do José Ferreira é mesmo meia açoriana e a outra metade continental.
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O Ferreira (vou tratá-lo assim), antes de se mudar para esta residência, residia num 23º andar, numa torre de cimento, junto à margem, esquerda, do rio Chão Prya, com uma vista, majestosa, sobre o rio que divide, em duas partes, a cidade de Banguecoque e toda a baixa da enorme urbe.
Cabrito à "Campos". Uma especialidade de comer e gritar por mais! As entradas (lado direito) para depois adubar o estômago à maneira!
A distância entre o 23º andar e o aeroporto, onde ali cumpre a sua missão de director de um departamento de segurança, levava-o por vezes chegar atrasado ao seu gabinete de trabalho. Agora o problema está sanado e nuns escassos 15 minutos está no seu posto, no moderno aeroporto internacional de Banguecoque, Suvarnabhumi.
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Há uns meses, o Ferreira (que ainda não nos conhecíamos) convidou-me, juntamente com outros portugueses, residentes, em Banguecoque para uma tarde de “petiscos” portugueses. Tinha chegado, dias antes, de Portugal e na mala de viagem meteu umas chouriças, uns bons nacos de presunto, queijo da serra e outras miudezas, gastronómicas, que neste Reino da Tailândia não existem à venda.
Um Ferreira samaritano de que para minimizar as penúrias que os portugueses, por aqui vão sofrendo, dos sabores da sua terra convidou-os a subirem às alturas e passarem um tarde inesquecível.
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O cabrito, estava mesmo à maneira confeccionado. Mas com o cabrito assado "à Campos", que reside a 50 quilómetros, ao sul, de Banguecoque e junto à costa do Golfo da Tailândia, trouxe meia arroba de lagostins que mais pareciam lagostas.
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Aproveitando a presença, em Banguecoque, do meu velho amigo, de 22 anos, António Pedroso Lima (ex-director de exportação do Grupo SONAE agora reformado mas activo em negócios), levei-o comigo para se associar ao aniversário do "confrade" português, José Ferreira.
José Martins
AICEP E A EMBAIXADA DE PORTUGAL EM SINGAPURA UMA INSTALAÇÃO DESNECESSÁRIA
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Não faço ideia o que o Representante do AICEP transmitiu à reduzida plateia (pelo boneco publicitado) e quais os negócios de Portugal viria promover à Tailândia.
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Transmite, o prosador, Nuno Caldeira da Silva (que bem o conhecemos de ginjeira) que foi a primeira vez que o AICEP, como estrutura do Ministério da Economia de Portugal, apresentou na Tailândia e regressou a Singapura satisfeito pelos primeiros resultados.
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Não imaginamos que negócios em carteira teria levado do empresariado da tailandês, o Director Executivo do AICEP (título extremamente pomposo) para apresentar ao seu Presidente Basílio Horta e os grandes sucessos que obteve na sua vinda a Banguecoque.
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Não vou adiantar-me mais em cima de mais um “loby” (muito em voga) do AICEP, em Banguecoque, e dos alardes, habituais de Nuno Caldeira da Silva, dá aos eventos realizados (ponto alto) na Embaixada de Portugal em Banguecoque.
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Bem eu conheço mais a dormir do comércio da Tailândia e aonde os eventos se devem realizar, directamente ao público, do que quantos especialistas portugueses, apareçam acordados, em Banguecoque, a promover Portugal.
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Mas quando há só meia dúzia de cartuxos, procura-se desesperadamente dar os últimos tiros e, depois, transmitir para sede em Lisboa que o evento foi estrondoso para que se mantenham no lugar.
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Destas características “galgas” à portuguesa estive eu farto de as escrever e de as ouvir que é igual o semear semente na duna do deserto.
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Já em tempo me referi neste blogue que o AICEP (Diplomacia Económica) e a abertura da uma Missão Diplomática de Portugal em Singapura, é o mesmo que sustentar uma junta de bois, à argola e acomer na manjedoura no palheiro que não lavram terra para produzir fruto.
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Singapura, por anos, foi representado e bem por um homem de grande prestígio, na Cidade Nação, o Sr. Charles Letts, Cônsul Honorário) que ali fez, com conhecimento de causa, um óptimo serviço a Portugal, sem haver a abertura, desnecessária, de um escritório de negócios e um Encarregado de Negócios, residente, como embaixador.
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O ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, deveria ter-se aconselhado primeiro, com alguém que estivesse conhecimento se valeria ou não a pena abrir uma Embaixada de Portugal em Singapura. Asneiras destas custam os "olhos da cara" ao contribuinte português!
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Porém as embaixadas, tanto se abrem como se fecham, como assim aconteceu em Manila que por duas vezes se abriram e por outras tantas foram encerradas.
Voltarei ao assunto noutra altura
José Martins
Friday, November 06, 2009
CERTA GENTE SENTADA EM BANCO ERRADO
DADOS LANÇADOS Ministério e Ministro, debate.
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O Jean Bourgeois (Colega? Leva a crer que sim) não tem que ter receio de errar, muita, muita gente na Casa assina por baixo. O problema do Dr. Luís Amado é o distanciamento que o tem caracterizado face aos Secretários-Gerais na gestão do MNE, antes deste, o outro, embora ele não deva gostar de ouvir ou ler isto, mas é a verdade. Pode-se também, como nota o Bourgeois, imputar algum imobilismo e distanciamento na gestão dos recursos humanos de topo, leia-se directores-gerais e equiparados. Ou seja, o Dr. Luís Amado deveria mexer mais vezes na equipa de dirigentes do MNE, de forma a ter os homens/mulheres certos nos lugares certos nos momentos certos. E como todos nós sabemos, isso está muito longe de se verificar. (In Notas Verbais http://notasverbais.blogspot.com/ ).
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À MARGEM: Devia, claramente, o Dr. Amado se aperceber das “capelinhas” se vão construindo sob os claustros do Convento das Necessidades onde por lá há capelões, sacristães e os meninos do coro.
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O Dr. Amado, como o Capelão principal, nomeado na primeira investidura (quatro anos), foi tempo, suficiente, para se ter apercebido dos arranjinhos fabricados pelo clube de amigos do convento.
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Cá nós veteranos e a lidar com “amigos e inimigos do convento” dá-nos toda a razão para nos pronunciarmos sobre as “manigâncias”, algumas, mesmo diabólicas.
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O Dr. Amado terá “cagaço” de ser espetado pela forquilha de certos diabos de rabo?
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Olhe Dr. Amado, nós não somos (nem aspiramos) ser ministro... Mas, mais adiante, nós vamos dar-lhe alguns conselhos como deverá actuar e não assinar nomeações de indivíduos para o cargo de representar Portugal em certos países, quando os nomeados deveriam quedar-se no convento e ocuparem-se, apenas, acender as velas dos altares onde as virgens, santos e judas iscariotes estão expostos.
José Martins josegomes.martins@gmail.com














